quinta-feira, 25 de março de 2010

Para que eu seja eterna deixo minhas "desverdades".
Que na sua inexatidão me permitem ser única.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Das Flores

Flores
Flores murchas e mortas.
Flores carcomidas.

Flores, passadas, amareladas.
Opacas.
Orvalhadas.
Flores...

Germe belo.
Progresso findo.
Flores.
Te ligam ao belo.


Mas putrefam como qualquer.
Flores.
Que crescem e são.
Flores.
Que acabam e não literais,
passam a ser eternas.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Deixe



Deixe-me ser só até onde quiser ser só.

Apague esta chama e deixe a neblina.

Acalme teu coração e siga

Deixe a solidão com a minha exclusiva e necessária saída.

Deixe o tempo, busque o que quiser

De mim, resta o vazio, quiça um eco.

Teu amor

O meu eu precisa de espaço
Pro teu amor.
Ah, que amor,
cálido e fugaz
Incerto e predestinado

Escritos por tantos caminhos só eu sei.
Que eu preciso de espaço.
para adentrar na minha alma.
E bater, marcar, aprofundar esta predestinação,
o teu Amor.

quinta-feira, 4 de março de 2010

É mais fácil isentar-se e anular qualquer vontade.
O mérito das escolhas e vontades é apenas escusar-se delas.
Tudo é fácil quando o ato de pensar passa apenas a ser dos irracionais queridos.
Domesticados e selvagens os homem passam a ser.



Vomitar sonhos desejos são apenas banalidades.
Porque o isento não precisa está sempre a sombra de alguém que pensa
ou diz que pensa.
É facil ser qualquer irracionalidade.
De que gastar saliva com a alienação massificante.

terça-feira, 2 de março de 2010

Neruda.



Mestre querido...