É tanta coisa que transborda a cabeça
que não cabe na boca,
foge da cabeça,
rompe com toda a lógica e
se esparrama por palavras
frases e poemas para escrever.
Sufoca o peito
dispara este coração,
respiração descompassada,
tudo por uma coisa
que desde sempre
todos aqueles que desceram da árvore
nem todos, talvez,
a querem.
És tu, aquele que lê ou sente, ou sabe
ou não, que se esborraxa.
Por estas palavras e ações.
Felicidade.
domingo, 22 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Não há nada de excepcional em ser o que se é.
Mas, talvez seja isso, que desperte em alguém.
Que num acaso, ou num lapso temporal.
descubra em você uma nova filosofia,
uma paixão.
Ou quem sabe algo realmente importante
de modo, que grite aos olhos.
E seja um eco perpértuo, no que diz
ao que ficará para sempre no meu coração.
Mas, talvez seja isso, que desperte em alguém.
Que num acaso, ou num lapso temporal.
descubra em você uma nova filosofia,
uma paixão.
Ou quem sabe algo realmente importante
de modo, que grite aos olhos.
E seja um eco perpértuo, no que diz
ao que ficará para sempre no meu coração.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
.Óbvio
Fico feliz com a não obviedade de algumas coisas,
Seriam elas as razões porque nos equivocamos com o tempo,
Com as pessoas, com o próprio corpo, com o espírito
E sua suposta razão.
Pareceria obvio dizer que existem razões que nos levam a crer.
Óbvio dizer que a transladação tem a duração de 365 ou 366 dias,
Como quer que seja sua definição
Que a água é um elemento, junto com o fogo, a terra e o ar.
Que o amanhã vem depois de hoje,
E que óbvio se escreve com B mudo, porque fizeram assim a regra gramatical.
Tudo seria óbvio, se não se esparramasse no tempo,
E fosse maquinal mente, passado e repassado.
Seria óbvio se sua própria existência permite, e assim o é
Que não seja para sempre,
O óbvio já arrancou cabelos, palmas, governos,
Tudo num processo historicamente construído, definido,
Mas isso seria óbvio demais; não?
Seriam elas as razões porque nos equivocamos com o tempo,
Com as pessoas, com o próprio corpo, com o espírito
E sua suposta razão.
Pareceria obvio dizer que existem razões que nos levam a crer.
Óbvio dizer que a transladação tem a duração de 365 ou 366 dias,
Como quer que seja sua definição
Que a água é um elemento, junto com o fogo, a terra e o ar.
Que o amanhã vem depois de hoje,
E que óbvio se escreve com B mudo, porque fizeram assim a regra gramatical.
Tudo seria óbvio, se não se esparramasse no tempo,
E fosse maquinal mente, passado e repassado.
Seria óbvio se sua própria existência permite, e assim o é
Que não seja para sempre,
O óbvio já arrancou cabelos, palmas, governos,
Tudo num processo historicamente construído, definido,
Mas isso seria óbvio demais; não?
domingo, 15 de agosto de 2010
Aceitar as pessoas como elas são;
Talvez, seja a coisa mais difícil de se fazer.
Aceitar que suas idéias não serão compatíveis sempre as nossas;
Talvez, porque sejam melhores, de onde ainda não chegamos para ver.
Aceitar que uns morrerão enquanto outros viverão;
Talvez, porque haja um momento para se morrer e outro para se viver.
Aceitar que o diferente;
Talvez, seja tão e somente igual a mim.
Aceitar que o outro é parte de mim;
Talvez, permita assim, que um dia possamos dizer que;
Aceitamos que somos uma humanidade.
Talvez, seja a coisa mais difícil de se fazer.
Aceitar que suas idéias não serão compatíveis sempre as nossas;
Talvez, porque sejam melhores, de onde ainda não chegamos para ver.
Aceitar que uns morrerão enquanto outros viverão;
Talvez, porque haja um momento para se morrer e outro para se viver.
Aceitar que o diferente;
Talvez, seja tão e somente igual a mim.
Aceitar que o outro é parte de mim;
Talvez, permita assim, que um dia possamos dizer que;
Aceitamos que somos uma humanidade.
Queria ajustar o tempo,
E dizer que as escolhas feitas foram minhas,
Retomar os velhos amigos, as velhas histórias
As velhas coisas já esquecidas
Mesmo que hoje, parecessem obsoletas
Queria ajustar o tempo pro futuro,
Para predizer o que poderia sofrer ou ter
Conquistar novos espaços,
Pluralizar novas paixões
Adormecer com a certeza de se viver
Ou de se morrer
Perto ou longe.
Queria ajustar a vida
Os sentidos
As fases
A razão para não podê-lo
É que elas acontecem
Como água da nascente até o seu próprio fim
Passa sem se ver, sem se perceber
E ter a impressão de que tudo sempre foi, será e é igual
Mas foi também e o será ao mesmo tempo diferente
Como numa única explicação
O oposto de sua própria razão de ser.
E dizer que as escolhas feitas foram minhas,
Retomar os velhos amigos, as velhas histórias
As velhas coisas já esquecidas
Mesmo que hoje, parecessem obsoletas
Queria ajustar o tempo pro futuro,
Para predizer o que poderia sofrer ou ter
Conquistar novos espaços,
Pluralizar novas paixões
Adormecer com a certeza de se viver
Ou de se morrer
Perto ou longe.
Queria ajustar a vida
Os sentidos
As fases
A razão para não podê-lo
É que elas acontecem
Como água da nascente até o seu próprio fim
Passa sem se ver, sem se perceber
E ter a impressão de que tudo sempre foi, será e é igual
Mas foi também e o será ao mesmo tempo diferente
Como numa única explicação
O oposto de sua própria razão de ser.
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