Quando pequenina acreditava nos meus sonhos, acreditava em papai noel, acreditava em ovos de páscoa, acreditava nas minhas esperanças.Quando pequenina desejava ser grande, ser forte, ser velha, ser jovem.
Quando pequenina eu acreditava em tudo, acreditava em mim, em você em tudo que caminha e progride, acreditava que existia justiça, que existia liberdade, que existia verdade.
Como eu queria acreditar. Não creio. Justiça é apenas justiça, liberdade é propaganda de jornal, verdade é a minha.Como era possível viver e não saber.....Como era e jamais serei.Como o futuro, é uma repetição de um passado, que nunca vai mudar.
Só reproduzo a raça humana, que de nada se apieda ou se contenta, reproduzo a mim, a tua mãe ao teu avô, somos as mesmas esperanças nos mesmos acabados corpos, somos corações desesperados de humanidade, sou uma lágrima contida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário