sexta-feira, 17 de julho de 2009

A mim



















Pequena pare!Não queira ir!
Eu pensei que pudesse sem ti, mas não.
Pergunto-me onde tu quererá ir sem mim.
Para onde vais quando não estás comigo?
Por que não estás em mim? Por que não estás aqui?
O plano inferior é quieto, branco, infértil.
Em se plantando nada dá. O jardim já não existe.
Somos terra e húmus.
Eu me afogo neste lugar estranho e lento.Estéril.
Fique, sem ti não broto, não colho, não durmo.
Sem mim, morte.

2 comentários:

  1. Oh, poetisa, sofres o mal de todo poeta.
    Solidão e consciencia... Isto nos aflige e nos remete para dentro de nós mesmos.

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  2. VISITE MEU BLOG.
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