Quanto mais se vive, menos se há para viver.
Quanto mais se busca, menos se encontra.
Quanto mais se pensa, menos se sente.
Quanto mais se ama, mais finito se é.
As minhas lágrimas já secaram, meus sonhos ruiram.
As minhas tristezas, assim como a minha alegria já passou.
As minhas esperanças são como as rosas, exalam mas murcham.
Nascem, mas já trazem em si sua própria defesa.
Quanto mais se tem espinhos, mais eu me sufoco.
Quanto mais não sei, mais eu sei.
Quanto mais eu acredito, menos se pode ver.
Senti que os espinhos, não são meus.
São teus, já nasci protegida da tua ira.
Já nasci pronta para te amar.
Amar, por ora.
É enxugar as lágrimas.
É esquecer os teus espinhos.
O que temos além do momento presente?
ResponderExcluirAmores, sentimentos...
Morte é a única certeza. Devemos teme-la?
Não perderia meu tempo com isso.
Amar é tua sina... haja espinhos ou não.
Onde se esconde, oh! poetisa?
ResponderExcluirPostai suas letras...
Li seus escritos desde o 1º...
Ruiva(espero), poetisa, e politisada...
O que mais poderia esperar?