Das sobras deste barros, fizeste meu coração.
Da carne huana, deste-me sentido a ir.
Da fé na vida, e no barro, sopro eterno me deste.
O coração devorado e pensado,
Bate, e para.
Bate e surpreeende como força de sempre.
Ele não se isenta da dor que tiver.
Não se apraz da desilusão.
Não perece da racionalidade humana.
Das sobras dele. Um suspiro novo acontece.
Um desejo imanente de ser.
Ele que do barro vieste, a carne humana o salvou.
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