Talvez, seja ausência de sabor.
São dos goles de água do mar
Dos quase afogamentos.
Dos grilhões de sal e areia
que não foram sorvidos.
Desesperador e sufocante
deixar que a maré me empurre
Me jogue sobre meus próprios fracassos.
É a ausência de sentido.
Ausência do que se sabe.
Este mar, mostra-se impossivel
e irreparável.
Já estou dentro, sem me comandar,
sem responder aos meus impulsos
meus desejos
Só a ausência
Oco corpo, verniz é a minha face.
Sua poesia cala tão profundamente em minha alma que "quase vou as lágrimas".
ResponderExcluirSou suspeito em dizer que adoro seus escritos.