Eu sempre estive por aqui,
talvez tenha vindo impresso na mente,
cravado no coração,
correndo pelo sangue grená.
Martela, martela.
Só me apresento no aperto,
dói sempre que eu lembro,
ou quando sufoca.
Martela, martela.
Ainda, não estou a ponto
de saber, o quê e para quê
A resposta, nem chega perto das perguntas.
Martela, martela.
Eu passo o tempo todo
inculcando e te devorando
com medo e desejo
que as amarras se livrem,
Martela, martela.
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