Há um certo desconforto em se ser o que se é.
Não é possível uma tranquilidade, quando as feridas ainda são purulentas e não há cura.
É o passado e o presente que nos atormenta, o futuro, quiça acontecerá.
Há uma desesperança em se esperar sobre o que não se é.
Pois não há remédio, senão aceitar ou se rebelar sobre aquilo que se tem feito, do tal viver.
É difícil sair de uma zona de conforto, por mais desconfortável que nos seja. Rebelar, aceitar, ver o tempo passar. É o passado que se faz presente e atormenta tornando incuráveis todas as feridas.
ResponderExcluir