Meu coração é um verbo.
E ele não tem nome.
Não sabe para onde vai.
Não porque palpita,nem porque me dá existência.
Aliás é ele que me da vida.
Seu processo mecânico desconhece os mistérios em que foi inserido.
Vive seu projeto, seu percurso, no descompasso de segundos.
Não é ele que oprime, nem macera o desejo, mas também, não é isento de sua culpa.
Mesmo que essa culpa, não seja sua, mas alguém lhe culpa.
Meu coração não é um verbo.
Meu coração é o próprio verbo.
Seu coração é verbo, quem dera pudesse conjuga-lo.
ResponderExcluirMas como conjugar um verbo tão desconhecido que desperta tanto?