sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Ideia
Eu sonhei..Vi o herói que crescia e na sua ideia acreditava.
Dormi com ele, sonhei com ele, esperei por ele.
E o herói de mim nem sabia, nem entendia.
Doava-se a uma ideia.
Sua e não minha.
Nele sentei minhas esperanças e tive fé.
Fé, de que as ideias não seriam efêmeras.
Seriam próprias e reais.
O herói não sabia, mas quando acordei.
Em nada tinha fé.
Nem nele, nem nas ideias.
Que com corpo e alma arguia.
Mas era tarde, sentido algum havia.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Você, quando.
Quando me faltarem os pés.
Me apoiarei em você.
Quando eu não comer.
Me alimentarei da sua fé.
Quando eu não puder contar contigo.
Espero a sua vontade.
Me é aprazível contar com você.
Me faz bem, mesmo que seja esmola.
Não tenho vocação de heroína.
Sou frágil, incrédula.
Mas por você eu tenho fé.
Esperança se quiser.
Quando você puder.Estou aqui.
Só e incapaz.
Só em companhia.
Só com você ou por você.
Quando você quiser.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Coração de barro
Das sobras deste barros, fizeste meu coração.
Da carne huana, deste-me sentido a ir.
Da fé na vida, e no barro, sopro eterno me deste.
O coração devorado e pensado,
Bate, e para.
Bate e surpreeende como força de sempre.
Ele não se isenta da dor que tiver.
Não se apraz da desilusão.
Não perece da racionalidade humana.
Das sobras dele. Um suspiro novo acontece.
Um desejo imanente de ser.
Ele que do barro vieste, a carne humana o salvou.
Da carne huana, deste-me sentido a ir.
Da fé na vida, e no barro, sopro eterno me deste.
O coração devorado e pensado,
Bate, e para.
Bate e surpreeende como força de sempre.
Ele não se isenta da dor que tiver.
Não se apraz da desilusão.
Não perece da racionalidade humana.
Das sobras dele. Um suspiro novo acontece.
Um desejo imanente de ser.
Ele que do barro vieste, a carne humana o salvou.
domingo, 4 de outubro de 2009
Não.
Não sirvo de exemplo para ninguém,
não sou certa ou digna,
Sou demasiada errantes e loucamente tola,
E não sirvo, não sou.
Tempo é algo válido,
Desejo de vida, vontade, fé,
E assim se cumpre assim se faz.
Não sou exemplo, não sou termo.
Nem escrava, nem justa.
Sou dona da minha fé.
Que não possuo.
O tempo não é o meu exemplo,
E eu não posssuo.
não sou certa ou digna,
Sou demasiada errantes e loucamente tola,
E não sirvo, não sou.
Tempo é algo válido,
Desejo de vida, vontade, fé,
E assim se cumpre assim se faz.
Não sou exemplo, não sou termo.
Nem escrava, nem justa.
Sou dona da minha fé.
Que não possuo.
O tempo não é o meu exemplo,
E eu não posssuo.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Olhos de novo
Dos olhos dela eu vi.
Li através deles.
Conheci das pequeninas mãos.
O que as minhas não podem produzir.
Num espirito jovem e corpo decadente.
Eu vi, não com os olhos com a alma.
O espírito ansioso de verdade.
Tempo, idade, chagas.
E o corpo decadente sedento de amor.
De novo, eu não vi.
As suas mãos já me pegaram.
Apertaram, é o tempo passou.
Li através deles.
Conheci das pequeninas mãos.
O que as minhas não podem produzir.
Num espirito jovem e corpo decadente.
Eu vi, não com os olhos com a alma.
O espírito ansioso de verdade.
Tempo, idade, chagas.
E o corpo decadente sedento de amor.
De novo, eu não vi.
As suas mãos já me pegaram.
Apertaram, é o tempo passou.
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