quinta-feira, 19 de março de 2009

vento-vento-vento


Cata- vento.

Cata tempo.

Neste invento.

Passa a vida, passa a chuva, passa a alegria, vem a trsiteza, vai a velhice, esquece a sabedoria, inventa a melodia.

No cata vento, a vida gira, rodopia, para, tudo fugaz, tudo permanente.

Que bom seria, se não esquecessemos, da amarelinha, que nos leva ao céu, do pião que gira sem parar, do pega-pega sem ninguém reclamar, do cata vento não mais guardado ficar.

É sempre bom ser feliz, é sempre bom ser criança, é sempre bom pensar que nada é complicado demais; nada impossível; que viver se resumiria em viver, e não como grandes tolos, responder o que não tem perguntas.

O cata vento esquecido ou não, é a inconstância da tua felicidade pueril.

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