quinta-feira, 30 de abril de 2009

As nossas asas



Um suspiro de vida, uma luz no penhasco.

Uma passagem numa eternidade.

Presságio da minha alegria.

Ela, ela sim supôs que os pormontórios, estavam além de seus sonhos, de sua imaginação.Supôs que suas asas coladas, eram sobra de uma esperança de ser grande.

Ela supôs e não fez.Supôs e não quis.

Agora, não mais suspiro,agora, vida que desperta...

Ela cresceu, surgiu, descolou-se da casca, cuidou das máculas, permitiu ser.

As asas antes pesadas, desperdiçadas, arrastadas.Hoje, pilar, força, pernas remendadas, mas pernas, quando usadas, tão importantes quanto a sua vontade de ser....

Ela que dança, canta, esconde; talvez não seja nunca, mas hoje já é.

É a certeza de que meus olhos se erguerão, minha vida se alegrará, minha completude está em também ser parte dela.A alma que é pequena, não é frágil, também não é forte, é apenas a alma que se enobrece por cada um de nós!

E a minha alma, não tem sentido sem a alegria das asas dela.

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