E eu, que já tentei tantas vezes.
E eu, que já perdi a valsa.
Já me descompasei da dança
E eu, que não mais aprendi.
E eu, que não mais quis.
Já me perdi, desiludi.
E eu, que num rebento chorei.
Chorei a dor das flores.
A dor das estrelas.
A dor das minhas alegrias.
E eu, que demonstrei.
Mostrei num suspiro.
Uma paixão.
Uma alegria.
Uma miséria.
E eu, que nunca dancei.
Nunca sorri.
Nunca fui.
Eu já perdi....
A valsa, o rebento.
A vida que inebria.
E eu, que já perdi o retrato das nossas almas.
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