terça-feira, 18 de agosto de 2009

Ninguém

Os anarquistas já morreram.
Suas lembranças outrora vívidas.
Hoje insípidas.
Insólitas.

Ninguém se importa,
Ninguém luta, ninguém ama.
Ninguém se encanta.

A minha luta é viver,
Quem vive?
A minha opressão está em ser.
Está na tua anarquia.

Está em ninguém abrir a mão
E dar a alma.
Está em passar
E apenas sobreviver.

2 comentários:

  1. Cara amiga, o desespero pela ignorância política deste povo me faz escravo e senhor de meus atos. Ignorância, ganância e egoísmo... é tudo que vai encontrar...
    Consciência dói...muito.
    Ignorancia anestesia. Todos.!!!

    ResponderExcluir
  2. Onde estas,oh poetisa?
    Brinda nos com seu escritos.
    Saudades.

    ResponderExcluir