Os anarquistas já morreram.
Suas lembranças outrora vívidas.
Hoje insípidas.
Insólitas.
Ninguém se importa,
Ninguém luta, ninguém ama.
Ninguém se encanta.
A minha luta é viver,
Quem vive?
A minha opressão está em ser.
Está na tua anarquia.
Está em ninguém abrir a mão
E dar a alma.
Está em passar
E apenas sobreviver.
Cara amiga, o desespero pela ignorância política deste povo me faz escravo e senhor de meus atos. Ignorância, ganância e egoísmo... é tudo que vai encontrar...
ResponderExcluirConsciência dói...muito.
Ignorancia anestesia. Todos.!!!
Onde estas,oh poetisa?
ResponderExcluirBrinda nos com seu escritos.
Saudades.