Ela, sucumbira a dor de existir,
sucumbira a uma vida mediocre,
em sua casa, ninho fecundo,
Natimorto era, desde que abidicastes de sonhar,
ou abdicastes de sonhar para viver.
Montara na cabeça a vida perfeita,
como pano de fundo um casamento, um namoro, um amor,
mas como dissera, de si,
saira apenas algo natimorto.
Nessa perpetuidade ela vivera,
e, ainda vive, acostumou-se a ideia vã
de que não mais adianta rebelar-se
debater-se à um futuro diferente.
Quem sabe até, tenha ela razão.
Sempre que escrevo, tiro parte das idéias de meu cotidiano, de alguém que conheço ou de alguma situação. São profundos seus escritos para sairem apenas do imaginário.
ResponderExcluirFico imaginando se voce tem o cabelo igual ou parecido com a foto do perfil,Tem?
uhaushaushau, tenho...
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