Mostrando postagens com marcador natimorta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador natimorta. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Felicidade natimorta

Ela, sucumbira a dor de existir,
sucumbira a uma vida mediocre,
em sua casa, ninho fecundo,
Natimorto era, desde que abidicastes de sonhar,
ou abdicastes de sonhar para viver.

Montara na cabeça a vida perfeita,
como pano de fundo um casamento, um namoro, um amor,
mas como dissera, de si,
saira apenas algo natimorto.

Nessa perpetuidade ela vivera,
e, ainda vive, acostumou-se a ideia vã
de que não mais adianta rebelar-se
debater-se à um futuro diferente.
Quem sabe até, tenha ela razão.