O ciume é uma brasa.
Parece que não dará em nada.
Devagar e torturante.
Assim se parecem.
Alimentado pelo desejo.
pelo devaneio.
Te consome e cozinha
lentamente, trucidando de cada parte
e aos poucos dosando
O seu desamor.
A tua posse te corrompe
e transborda no seu objeto.
Que um dia foi amado.
O ciume é uma dor pública.
Um dever compartlhado.
Se é estranho ter essa brasa
e se deixar consumir.
se acabar,se perder.
e de fato possuir o
que lhe pertence privaivamente.
Não o fogo da paixão e do amor,
mas a loucura.
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