Desfiz o nó desse dia.
Uma brisa que trouxe
um dia, a certeza
hoje leva consigo a indiferença.
Nessa terra,
dos mancos e tacanhos senhores
de que nada sabem,
a não ser firmar
a ideia de que se
deve ter uma verdade a dizer
Que não há intervá-los
entre a dor e a alegria
que minha angústia
é um ter irreparável
que a certeza que carrego
é a beleza da juventude
e a pobreza desse tempo
que sufoca com o nó
o laço que envolta do pescoço
dá o adeus a essa miséria
de medo e espera.
sábado, 22 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
03- O livro favorito da infância.

" Pois é está tudo errado!Bola é bola, porque é redonda. Mas bolo nem sempre é redondo.E por que será que bola não é mulher do bolo?E bule?E belo?E bala?Eu acho que as coisas deviam ter um nome mais apropriado.Cadeira por exemplo.Devia chamar sentador.Não cadeira, que não quer dizer nada.E travesseiro?Devia se chamar cabeceeiro!Lógico!Também, agora eu só vou falar assim"...
Isso é apenas um trecho de um livro que me marcou a infância, assim como: Os contos dos irmãos Grimm, as Mil e uma noites, gibis, as histórias de João e Maria, Chapeuzinho vermelho....
Marcelo, Marmelo, Martelo, esse menino sagaz, que constrói no seu mundo perguntas que vejam só; embaraçam os adultos. Que renomeia a vida e adapta as palavras para sua visão de mundo.
Esse livro na verdade, foi dado de presente à minha irmã, depois eu o li e gostei bastante, na época; hoje eu gosto ainda mais, por ser uma coisa tão própria do universo infantil que é perguntar os porquês das coisas; coisa que a gente se esquece de fazer quando cresce, o porquê de tanta coisa na vida!?
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Enquanto amar e se isso durar, caminharemos os dois, com descompasso social, no mundo fechado das esperanças, da ansiedade, dos sabores que um dia serão esquecidos.Nesse dia, nossas vidas se partirão e se deflagarão como se eu pudesse escolher, ou fugir de você.Se você não tivesse me cantado e com um verso aformoseado ao meu corpo, a minha pele, a minha dança, num lapso de olhares eu já teria lhe deixado.Enquanto amar, sequer pode se deixar, não sossega jamais coração que ouve um verso inacabado.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Oi Vida, vou te levar a sério menos vezes que devia, vou te amar mais do que, as vezes, gostaria; queria ser felina e com sete viver tudo aquilo que me aprouvesse, sentirei um dia saudades desse momento, mas ai talvez seja tarde. Vida sua ingrata, só queria poder fazer valer a pena aquilo que só você sabe o que eu sinto aqui.
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