Em especial nesse ano eu agradeceria por muitas coisas que aconteceram, boas ou más, cada qual com sua razão de ser, ou não...
Caro, amigo, porque se você passa por aqui e lê minhas simplórias poesias e pitacos,divide minhas dores e desejos, como meus amigos... Assim merece meu agradecimento e o desejo de que seja especial 2012, que haja luz, paz, amor e tudo de bom em sua vida!
Que se tenha troca!
Beijo e é isso ai!
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Dias vindos, idos.
Posso dizer que são dias idos,
pode ser que eu tenha mais um ano vindo.
Já estou mais velha, mais gasta,
posso acrescentar mais quatro estações a minha vida.
Dias de sol e noite de lua.
Das voltas e medos,
das conversas travadas e inacabadas,
A nostalgia me envolve
fica a espera, o desejo de dar certo.
Alegria que conto e anseio,
Trezentos e poucos, tantos dias.
Poderei dizer, que, assim, brevemente
nesse dia,estarei remoendo,acrescendo,
me despedindo de mais um ano,
de mais um estar. Esgota-se hoje
Te espero logo, ano que vem.
pode ser que eu tenha mais um ano vindo.
Já estou mais velha, mais gasta,
posso acrescentar mais quatro estações a minha vida.
Dias de sol e noite de lua.
Das voltas e medos,
das conversas travadas e inacabadas,
A nostalgia me envolve
fica a espera, o desejo de dar certo.
Alegria que conto e anseio,
Trezentos e poucos, tantos dias.
Poderei dizer, que, assim, brevemente
nesse dia,estarei remoendo,acrescendo,
me despedindo de mais um ano,
de mais um estar. Esgota-se hoje
Te espero logo, ano que vem.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Uma gota de chuva,
Molha a Terra
Ensopa minhas mechas
Faceira corre por esses desvalidos
Se entrega ao seu fim e seu início
Percorre no corpo
Toda a sinuosidade
E no passo falado
Dá seu tempo
De vida banhada
Que dissipa a escuridão
Ou dela se aproveita,
Para seu trajeto prosseguir
Se renova com o fim
Renasce e nasce
Como se sempre fosse assim.
Molha a Terra
Ensopa minhas mechas
Faceira corre por esses desvalidos
Se entrega ao seu fim e seu início
Percorre no corpo
Toda a sinuosidade
E no passo falado
Dá seu tempo
De vida banhada
Que dissipa a escuridão
Ou dela se aproveita,
Para seu trajeto prosseguir
Se renova com o fim
Renasce e nasce
Como se sempre fosse assim.
sábado, 22 de outubro de 2011
O nó.
Desfiz o nó desse dia.
Uma brisa que trouxe
um dia, a certeza
hoje leva consigo a indiferença.
Nessa terra,
dos mancos e tacanhos senhores
de que nada sabem,
a não ser firmar
a ideia de que se
deve ter uma verdade a dizer
Que não há intervá-los
entre a dor e a alegria
que minha angústia
é um ter irreparável
que a certeza que carrego
é a beleza da juventude
e a pobreza desse tempo
que sufoca com o nó
o laço que envolta do pescoço
dá o adeus a essa miséria
de medo e espera.
Uma brisa que trouxe
um dia, a certeza
hoje leva consigo a indiferença.
Nessa terra,
dos mancos e tacanhos senhores
de que nada sabem,
a não ser firmar
a ideia de que se
deve ter uma verdade a dizer
Que não há intervá-los
entre a dor e a alegria
que minha angústia
é um ter irreparável
que a certeza que carrego
é a beleza da juventude
e a pobreza desse tempo
que sufoca com o nó
o laço que envolta do pescoço
dá o adeus a essa miséria
de medo e espera.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Preciso tirar essa opressão do peito.
Em paz, tomar as rédeas da minha vida.
Descansar do tempo ou da falta deste.
Um suspiro, um afago, não há outra chance.
Espero ter tempo, ter o que desejo.
Ou não ter nenhum dos dois, e assim
saber viver.
Desejo não continuar, não recomeçar.
Deixar me surpreender.Ver a magia.
A beleza desse momento.
Sem me comprometer com o que me pedem.
Que me mandam, comprometer com o tempo.
Que sejam bem aventurados.
Os que leem, que amam, que perdoam, que ouvem.
Mas ainda mais os que toleram, os que abraçam.
Os que resistem a fraqueza do viver.
A todos não resta muito o que fazer.
Apenas acreditar que essa opressão irá acabar.
Que haverá todo tempo que houver.
Me deem a razão para que eu dê o amor.
Me deem aquilo que peço para guardar comigo.
Não deem nada e tudo aquilo que posso.
Que sejam credulos os que vivem.
Em paz, tomar as rédeas da minha vida.
Descansar do tempo ou da falta deste.
Um suspiro, um afago, não há outra chance.
Espero ter tempo, ter o que desejo.
Ou não ter nenhum dos dois, e assim
saber viver.
Desejo não continuar, não recomeçar.
Deixar me surpreender.Ver a magia.
A beleza desse momento.
Sem me comprometer com o que me pedem.
Que me mandam, comprometer com o tempo.
Que sejam bem aventurados.
Os que leem, que amam, que perdoam, que ouvem.
Mas ainda mais os que toleram, os que abraçam.
Os que resistem a fraqueza do viver.
A todos não resta muito o que fazer.
Apenas acreditar que essa opressão irá acabar.
Que haverá todo tempo que houver.
Me deem a razão para que eu dê o amor.
Me deem aquilo que peço para guardar comigo.
Não deem nada e tudo aquilo que posso.
Que sejam credulos os que vivem.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Porque a vida é preciosa?
Se é intransigente e te usurpa a própria exitência?
Porque ela é inevitavelmente cruel
e Invariavelmente boa.
Uma dicotomia entre viver e morrer
Porque a vida é um pêndulo
que está sobre nossas cabeças.
Com o tempo a correr e se despedaçar em qualquer oportunidade
Um grão de areia, que pode voar para o infinito
e se juntar a um banco de grãos finitos
Porque ela pode ser uma dor que não passa, na sua ausência
e pode ser o supra sumo na sua presença
ou pode ser o inverso.
Porque a vida é mágica?
se é crua e dura, as vezes,
porque a vida é árida e escapista
se ela é na mesma proporção maleável
Se é preciso acreditar que haja vida
não se pode ignorar a morte, pois com a morte
a existência se torna um fosso de atos, fatos, palavras
que não foram feitas ou aceitas
Um dia todos nós passaremos pelo crivo de nossa vida
e com ela a certeza de que nada foi suficiente.
Se é intransigente e te usurpa a própria exitência?
Porque ela é inevitavelmente cruel
e Invariavelmente boa.
Uma dicotomia entre viver e morrer
Porque a vida é um pêndulo
que está sobre nossas cabeças.
Com o tempo a correr e se despedaçar em qualquer oportunidade
Um grão de areia, que pode voar para o infinito
e se juntar a um banco de grãos finitos
Porque ela pode ser uma dor que não passa, na sua ausência
e pode ser o supra sumo na sua presença
ou pode ser o inverso.
Porque a vida é mágica?
se é crua e dura, as vezes,
porque a vida é árida e escapista
se ela é na mesma proporção maleável
Se é preciso acreditar que haja vida
não se pode ignorar a morte, pois com a morte
a existência se torna um fosso de atos, fatos, palavras
que não foram feitas ou aceitas
Um dia todos nós passaremos pelo crivo de nossa vida
e com ela a certeza de que nada foi suficiente.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O desespero acontece a todo momento
Parte ao meio nossa alma.
mergulhar nosso corpo em uma luz.
Que ao fim desta, está num grande
vácuo e negro fundo.
Que se faz quando se está assim?
Desperta de um pesadelo estúpido
e descarta a existência como
laranjas podres jogadas num lixo.
Que se pode fazer com o que é invitável?
Como correr para aquilo que é movediço
Quando transpõe-se este infortúnio
Ó imenso pasto, que qualquer vaca me come.
E eu nem pude descartar, ou
me despedir dessa ignóbil vida.
Parte ao meio nossa alma.
mergulhar nosso corpo em uma luz.
Que ao fim desta, está num grande
vácuo e negro fundo.
Que se faz quando se está assim?
Desperta de um pesadelo estúpido
e descarta a existência como
laranjas podres jogadas num lixo.
Que se pode fazer com o que é invitável?
Como correr para aquilo que é movediço
Quando transpõe-se este infortúnio
Ó imenso pasto, que qualquer vaca me come.
E eu nem pude descartar, ou
me despedir dessa ignóbil vida.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Agente, na vida?
Agente vai ter fome,
Como a menina que vende frutas e não pode comê-las
Agente vai ter sede
Como aquele que serve, mas ninguém vê
Agente vai ter frio
Como quem não ama
Agente vai ter medo
Como quem não vive
Agente vai ter desespero
Como quem embriaga a vida, achando que pode fazê-la bonita
Mas sem um barato, ela volta a cor de sempre
Agente vai se cansar
Como eu, que desta vida que nada posso levar
Agente vai se permitir
Esperar como o enfermo numa guerra
Agente vai amar e não ser amado
Agente não vai perdoar nem ser perdoado
Agente vai esquecer e ser esquecido
Agente vai sobreviver e morrer
Agente vai ser o que não quiser e quiser
Agente vai ser um personagem numa história
Em que o fim se faz hoje
Neste decrescer, neste crescer,
Um dia um nascer, amanhã crepúsculo.
Como a menina que vende frutas e não pode comê-las
Agente vai ter sede
Como aquele que serve, mas ninguém vê
Agente vai ter frio
Como quem não ama
Agente vai ter medo
Como quem não vive
Agente vai ter desespero
Como quem embriaga a vida, achando que pode fazê-la bonita
Mas sem um barato, ela volta a cor de sempre
Agente vai se cansar
Como eu, que desta vida que nada posso levar
Agente vai se permitir
Esperar como o enfermo numa guerra
Agente vai amar e não ser amado
Agente não vai perdoar nem ser perdoado
Agente vai esquecer e ser esquecido
Agente vai sobreviver e morrer
Agente vai ser o que não quiser e quiser
Agente vai ser um personagem numa história
Em que o fim se faz hoje
Neste decrescer, neste crescer,
Um dia um nascer, amanhã crepúsculo.
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