Amor não tem prazo ou data de inicio e fim, de repente, acontece, te acomete e impera na sua vida...Conto da nossa ligação terrena, no mesmo dia de hoje há três anos atrás, tinha sol, tinha lua, tinha amor, tinha paz, mas com a sua vinda, tudo mais melhorou...Hoje é a repetição da data, repetição da vida, que sorte a minha do nosso encontro...
Zur Lu, mein Neffe, mit Leben!
terça-feira, 22 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Pegue na minha mão,
me leve para algum lugar,
me mostre o caminho.
Já é tarde,
não há como me levar,
sequer me orientar,
já não sou tão jovem,
ao ponto de precisar que me conduzam.
Mas ainda piso em falso,
num caminho tortuoso,
teço meu caminho devagarinho.
Não cheguei ao ponto de fadiga
e nem poderia,
mal começo pela manhã todos os dias,
um andar vago e as vezes despreparado.
Mas com a ânsia de que as pegadas
lá fiquem marcadas,
para que não repita os tropeços
e siga a trilha
o caminho escolhido.
Onde dará, se é que dará
É um sonhar, que os ventos soprem
para mim boas coisas, boas novas
luz e vida.Todo dia
que o caminho seja um pedacinho.
me leve para algum lugar,
me mostre o caminho.
Já é tarde,
não há como me levar,
sequer me orientar,
já não sou tão jovem,
ao ponto de precisar que me conduzam.
Mas ainda piso em falso,
num caminho tortuoso,
teço meu caminho devagarinho.
Não cheguei ao ponto de fadiga
e nem poderia,
mal começo pela manhã todos os dias,
um andar vago e as vezes despreparado.
Mas com a ânsia de que as pegadas
lá fiquem marcadas,
para que não repita os tropeços
e siga a trilha
o caminho escolhido.
Onde dará, se é que dará
É um sonhar, que os ventos soprem
para mim boas coisas, boas novas
luz e vida.Todo dia
que o caminho seja um pedacinho.
Martela, martela.
Eu sempre estive por aqui,
talvez tenha vindo impresso na mente,
cravado no coração,
correndo pelo sangue grená.
Martela, martela.
Só me apresento no aperto,
dói sempre que eu lembro,
ou quando sufoca.
Martela, martela.
Ainda, não estou a ponto
de saber, o quê e para quê
A resposta, nem chega perto das perguntas.
Martela, martela.
Eu passo o tempo todo
inculcando e te devorando
com medo e desejo
que as amarras se livrem,
Martela, martela.
talvez tenha vindo impresso na mente,
cravado no coração,
correndo pelo sangue grená.
Martela, martela.
Só me apresento no aperto,
dói sempre que eu lembro,
ou quando sufoca.
Martela, martela.
Ainda, não estou a ponto
de saber, o quê e para quê
A resposta, nem chega perto das perguntas.
Martela, martela.
Eu passo o tempo todo
inculcando e te devorando
com medo e desejo
que as amarras se livrem,
Martela, martela.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Para Francisco.
Francisco foi torturado por policiais e morreu 7 dias após a tortura, não foi noticia de jornal, de televisão, sequer sua vida teve repercussão, no máximo desejo aqui seu tempo, sua ausência, sua dor.
Não se tem a data do seu nascimento.
Nem do seu batismo, a miúde
Há a data da sua morte
Numa partida desalmada
De dor e sofrimento, pré, pós,
Durante um fato revelado
Não há manchete no jornal
Nem nebuloso dia,
A vida prossegue
No urro do adeus fica
A espera; não da vida,
Mas da morte, um meio,
Mitigado, que não fora sua escolha.
Pautado pela insignificância
E ausência de importância
Só nos resta dizer.
Que toquem os sinos,
Descansa Francisco.
Não se tem a data do seu nascimento.
Nem do seu batismo, a miúde
Há a data da sua morte
Numa partida desalmada
De dor e sofrimento, pré, pós,
Durante um fato revelado
Não há manchete no jornal
Nem nebuloso dia,
A vida prossegue
No urro do adeus fica
A espera; não da vida,
Mas da morte, um meio,
Mitigado, que não fora sua escolha.
Pautado pela insignificância
E ausência de importância
Só nos resta dizer.
Que toquem os sinos,
Descansa Francisco.
Segue-se uma trilha que não está fixada
Em lugar algum, sequer no fato de existir.
De saber seu nome e todos os deveres que
Te pedem ou que você reproduz como cidadão.
Deram-te um cartilha
Hipócrita e moral
Que deve ser lembrada e retomada
Com o imperativo da passividades e o floreio
Da ganância e da razão.
Não sigas a risca,
O que te faz animal, siga os bons modos
Pois assim se mantém
O homem, o branco, a verdade
E se resguarda
Ao tolo, a ela e a nós
A impaciência de ter
Paciência num repasse ruminante de ideias
Vagas do que se pode ser
Um dia como gente
Mas que hoje e nunca será a negativa.
Em lugar algum, sequer no fato de existir.
De saber seu nome e todos os deveres que
Te pedem ou que você reproduz como cidadão.
Deram-te um cartilha
Hipócrita e moral
Que deve ser lembrada e retomada
Com o imperativo da passividades e o floreio
Da ganância e da razão.
Não sigas a risca,
O que te faz animal, siga os bons modos
Pois assim se mantém
O homem, o branco, a verdade
E se resguarda
Ao tolo, a ela e a nós
A impaciência de ter
Paciência num repasse ruminante de ideias
Vagas do que se pode ser
Um dia como gente
Mas que hoje e nunca será a negativa.
Uma gota de chuva,
Molha a Terra
Ensopa minhas mechas
Faceira corre por esses desvalidos
Se entrega ao seu fim e seu início
Percorre no corpo
Toda a sinuosidade
E no passo falado
Dá seu tempo
De vida banhada
Que dissipa a escuridão
Ou dela se aproveita,
Para seu trajeto prosseguir
Se renova com o fim
Renasce e nasce
Como se sempre fosse assim.
Molha a Terra
Ensopa minhas mechas
Faceira corre por esses desvalidos
Se entrega ao seu fim e seu início
Percorre no corpo
Toda a sinuosidade
E no passo falado
Dá seu tempo
De vida banhada
Que dissipa a escuridão
Ou dela se aproveita,
Para seu trajeto prosseguir
Se renova com o fim
Renasce e nasce
Como se sempre fosse assim.
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