Eu quero uma concha.
Uma casca inquebrantável.
Eu quero que me levem a sério.
Não quero tom jocoso.
Nem de desprezo.
Não aceito, também,
A indiferença.
Afinal, estar aqui.
Me faz ouvir;quer dizer
Que quero me apresentar.
E dizer que.
Mesmo me protegendo.
Me mantenho resistente.
Na minha casca.
No meu mundo.
A insegurança não
Está no não.
Está pelo equivoco em tentar,
Me enquadrar numa
Coisa que soa
Um status burocrático.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Nosso fosso e a corda.
Eu sempre estive na corda bamba com você.
Abaixo de nós, há apenas um fosso.
Uma queda pode ser irreparável,
Ou pode ser nossa salvação.
Mais que bamba, a corda.
São meus pensamentos e passos,
Tão comedidos às vezes,
E tantos outros afobados.
Irrefreável é a escolha.
Uma vez, sob o fosso, ou se aceita
Que deveremos caminhar adiante,
Ou estancar e esperar pelo cansaço
E medo para que se apossem, e então,
Fatalmente cair de cabeça.
Não sei qual a melhor decisão
Estou andando, devagar,
Com receio, e desejo.
Não é certo o resultado.
Porém estou firme
Acreditando na corda,
No fosso, em você.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O que arrebenta um coração?
Existem coisas que podem arrebentar um coração.
Você sabe do que falo.
Daquilo que rasga a razão.
Daquilo que se vai contra e se vai no mesmo passo.
Do desejo imediato mas que não pode ser mediato.
Arrebentei o meu.
Desde então,
Quando não mais pude evitar.
E assim por dizer,evitar você.
Eu quero arrebentar a cabeça.
E tomar o juizo.
Acertar e não mais me equivocar.
Ter você como certo; não mais errado.
Como um sonho alcançado.
Mas, um esboço de perfeita incompletude.
Pare que todos os dias
Eu não me canse de tentar te amar.
Você sabe do que falo.
Daquilo que rasga a razão.
Daquilo que se vai contra e se vai no mesmo passo.
Do desejo imediato mas que não pode ser mediato.
Arrebentei o meu.
Desde então,
Quando não mais pude evitar.
E assim por dizer,evitar você.
Eu quero arrebentar a cabeça.
E tomar o juizo.
Acertar e não mais me equivocar.
Ter você como certo; não mais errado.
Como um sonho alcançado.
Mas, um esboço de perfeita incompletude.
Pare que todos os dias
Eu não me canse de tentar te amar.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Sou um sujeito capaz de ter todas as sortes do mundo.
Sou uma pessoa, que pensa e vive conforme quer
Sou qualquer um no meio da solidão e alguém em
especifico na multidão.
Sou fruto do desejo de alguém
e portador dos meus númeors
Portador de uma indentidade só minha
Não que seja como sou, mas foi a que me deram
Possuo interesse nas coisas mais banais e triviais
mas sonho ininterruptamente com o brilho do mundo afora
Com um mundo de beleza e luxo,erigidos na escória
Sou mais que nada e menos que tudo
Sou doente e são, sou as vezes e sempre
Sou comum e exótico.
Eu ando todos os dias por ai
e você nem me vê.
Sou uma pessoa, que pensa e vive conforme quer
Sou qualquer um no meio da solidão e alguém em
especifico na multidão.
Sou fruto do desejo de alguém
e portador dos meus númeors
Portador de uma indentidade só minha
Não que seja como sou, mas foi a que me deram
Possuo interesse nas coisas mais banais e triviais
mas sonho ininterruptamente com o brilho do mundo afora
Com um mundo de beleza e luxo,erigidos na escória
Sou mais que nada e menos que tudo
Sou doente e são, sou as vezes e sempre
Sou comum e exótico.
Eu ando todos os dias por ai
e você nem me vê.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Sorte, não sorte?
Não é a sorte de estar livre.
Não é a sorte de estar só.
Não é a sorte de se viver.
Não é a sorte de estar.
Não é a sorte de amar.
É a sorte de pensar.
É a sorte de poder.
É a sorte de partilhar.
É a sorte da consciência.
É a sorte da escolha de
viver como se não fosse
só existir.
Não é a sorte de estar só.
Não é a sorte de se viver.
Não é a sorte de estar.
Não é a sorte de amar.
É a sorte de pensar.
É a sorte de poder.
É a sorte de partilhar.
É a sorte da consciência.
É a sorte da escolha de
viver como se não fosse
só existir.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Porque a vida é preciosa?
Se é intransigente e te usurpa a própria exitência?
Porque ela é inevitavelmente cruel
e Invariavelmente boa.
Uma dicotomia entre viver e morrer
Porque a vida é um pêndulo
que está sobre nossas cabeças.
Com o tempo a correr e se despedaçar em qualquer oportunidade
Um grão de areia, que pode voar para o infinito
e se juntar a um banco de grãos finitos
Porque ela pode ser uma dor que não passa, na sua ausência
e pode ser o supra sumo na sua presença
ou pode ser o inverso.
Porque a vida é mágica?
se é crua e dura, as vezes,
porque a vida é árida e escapista
se ela é na mesma proporção maleável
Se é preciso acreditar que haja vida
não se pode ignorar a morte, pois com a morte
a existência se torna um fosso de atos, fatos, palavras
que não foram feitas ou aceitas
Um dia todos nós passaremos pelo crivo de nossa vida
e com ela a certeza de que nada foi suficiente.
Se é intransigente e te usurpa a própria exitência?
Porque ela é inevitavelmente cruel
e Invariavelmente boa.
Uma dicotomia entre viver e morrer
Porque a vida é um pêndulo
que está sobre nossas cabeças.
Com o tempo a correr e se despedaçar em qualquer oportunidade
Um grão de areia, que pode voar para o infinito
e se juntar a um banco de grãos finitos
Porque ela pode ser uma dor que não passa, na sua ausência
e pode ser o supra sumo na sua presença
ou pode ser o inverso.
Porque a vida é mágica?
se é crua e dura, as vezes,
porque a vida é árida e escapista
se ela é na mesma proporção maleável
Se é preciso acreditar que haja vida
não se pode ignorar a morte, pois com a morte
a existência se torna um fosso de atos, fatos, palavras
que não foram feitas ou aceitas
Um dia todos nós passaremos pelo crivo de nossa vida
e com ela a certeza de que nada foi suficiente.
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