quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Ó pai, ó mãe, ó povo!

Ó pai perdoa as minhas atitudes,
perdoa meu coração e minha boca.

Mãe querida esqueça as minhas travessuras,
minhas bobagens juvenis.

Ó senhor perdoe minha rudez.
Senhor senil, esqueça minha inexatidão.

Mas não posso deixar de ser,
de escrever e comigo,
deixar as minhas tolas
e desperadas vontades de viver sumir.

Morro pelo que acredito,
defendo a sua escolha,
e desejo a mim apenas acreditar.
E não titubear ao defender você.

Pai, mãe, senhor, povo.
Sou o que quiser.
Por você e pra você o perdão não existe.
Afinal na defesa.
Eu não escolho.
Mato e morro.
Morro e mato.

São credos.

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