sábado, 30 de julho de 2011

Verbo, ah, o verbo.

Eu tenho fascinio por verbos.
Desses que por si só se apresentam.
Daqueles que o sujeito é mero espectador.
Não posso deixar de dizer,
Que os defectivos são debochados,
que não se dobram quando não querem
Que deixam loucos os sujeitos.
Afinal, que podem ser os sujeitos
se não houverem os verbos.
Os verbos regulares, estes sempre pontuais
Chegam a ser maquinais, voam, dançam,
se escondem, se escrevem e inserem.
Quando se dá conta.
uma histtória já foi dita,
outra estória repassada,
um conto podado, um sonho retratado.
Nessa bagunça toda.
O verbo, ah, o verbo,
esse moleque, essa mulher, esse senil,
que desde que é mundo existe.
Ah, o verbo.
Nem mesmo eu sei dizer.

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