Em especial nesse ano eu agradeceria por muitas coisas que aconteceram, boas ou más, cada qual com sua razão de ser, ou não...
Caro, amigo, porque se você passa por aqui e lê minhas simplórias poesias e pitacos,divide minhas dores e desejos, como meus amigos... Assim merece meu agradecimento e o desejo de que seja especial 2012, que haja luz, paz, amor e tudo de bom em sua vida!
Que se tenha troca!
Beijo e é isso ai!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Dias vindos, idos.
Posso dizer que são dias idos,
pode ser que eu tenha mais um ano vindo.
Já estou mais velha, mais gasta,
posso acrescentar mais quatro estações a minha vida.
Dias de sol e noite de lua.
Das voltas e medos,
das conversas travadas e inacabadas,
A nostalgia me envolve
fica a espera, o desejo de dar certo.
Alegria que conto e anseio,
Trezentos e poucos, tantos dias.
Poderei dizer, que, assim, brevemente
nesse dia,estarei remoendo,acrescendo,
me despedindo de mais um ano,
de mais um estar. Esgota-se hoje
Te espero logo, ano que vem.
pode ser que eu tenha mais um ano vindo.
Já estou mais velha, mais gasta,
posso acrescentar mais quatro estações a minha vida.
Dias de sol e noite de lua.
Das voltas e medos,
das conversas travadas e inacabadas,
A nostalgia me envolve
fica a espera, o desejo de dar certo.
Alegria que conto e anseio,
Trezentos e poucos, tantos dias.
Poderei dizer, que, assim, brevemente
nesse dia,estarei remoendo,acrescendo,
me despedindo de mais um ano,
de mais um estar. Esgota-se hoje
Te espero logo, ano que vem.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Buraco no coração.
No lugar do meu coração tem um buraco.
Onde posso colocar, como numa cesta,
tudo que desejar.
No entanto, só cabem levezas,
sutilezas, ele não comporta
A brutalidade, peso da vida.
Buraco das trivilalidades,
você poderia chamar,
preenchê-lo é fácil,
não requer acuidade, ou embaraço.
É só pôr e repôr,
tem que se manter,
assim como coisas banais,
em minutos há um buraco farto.
O peso da vida eu não quero,
ou ao menos, disseram que não valia a pena
que se tem pouco tempo;
para optar
se, se quer uma cesta
ou um poço de barro
que suporta e é escuro,
e deixa lá os pesares da vida.
Eu tenho um buraco,
que apesar de cheio está vazio,
eu não tenho um poço,
e apesar disso,
sinto como se tivesse.
Onde posso colocar, como numa cesta,
tudo que desejar.
No entanto, só cabem levezas,
sutilezas, ele não comporta
A brutalidade, peso da vida.
Buraco das trivilalidades,
você poderia chamar,
preenchê-lo é fácil,
não requer acuidade, ou embaraço.
É só pôr e repôr,
tem que se manter,
assim como coisas banais,
em minutos há um buraco farto.
O peso da vida eu não quero,
ou ao menos, disseram que não valia a pena
que se tem pouco tempo;
para optar
se, se quer uma cesta
ou um poço de barro
que suporta e é escuro,
e deixa lá os pesares da vida.
Eu tenho um buraco,
que apesar de cheio está vazio,
eu não tenho um poço,
e apesar disso,
sinto como se tivesse.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Zur Lu.
Amor não tem prazo ou data de inicio e fim, de repente, acontece, te acomete e impera na sua vida...Conto da nossa ligação terrena, no mesmo dia de hoje há três anos atrás, tinha sol, tinha lua, tinha amor, tinha paz, mas com a sua vinda, tudo mais melhorou...Hoje é a repetição da data, repetição da vida, que sorte a minha do nosso encontro...
Zur Lu, mein Neffe, mit Leben!
Zur Lu, mein Neffe, mit Leben!
domingo, 20 de novembro de 2011
Pegue na minha mão,
me leve para algum lugar,
me mostre o caminho.
Já é tarde,
não há como me levar,
sequer me orientar,
já não sou tão jovem,
ao ponto de precisar que me conduzam.
Mas ainda piso em falso,
num caminho tortuoso,
teço meu caminho devagarinho.
Não cheguei ao ponto de fadiga
e nem poderia,
mal começo pela manhã todos os dias,
um andar vago e as vezes despreparado.
Mas com a ânsia de que as pegadas
lá fiquem marcadas,
para que não repita os tropeços
e siga a trilha
o caminho escolhido.
Onde dará, se é que dará
É um sonhar, que os ventos soprem
para mim boas coisas, boas novas
luz e vida.Todo dia
que o caminho seja um pedacinho.
me leve para algum lugar,
me mostre o caminho.
Já é tarde,
não há como me levar,
sequer me orientar,
já não sou tão jovem,
ao ponto de precisar que me conduzam.
Mas ainda piso em falso,
num caminho tortuoso,
teço meu caminho devagarinho.
Não cheguei ao ponto de fadiga
e nem poderia,
mal começo pela manhã todos os dias,
um andar vago e as vezes despreparado.
Mas com a ânsia de que as pegadas
lá fiquem marcadas,
para que não repita os tropeços
e siga a trilha
o caminho escolhido.
Onde dará, se é que dará
É um sonhar, que os ventos soprem
para mim boas coisas, boas novas
luz e vida.Todo dia
que o caminho seja um pedacinho.
Martela, martela.
Eu sempre estive por aqui,
talvez tenha vindo impresso na mente,
cravado no coração,
correndo pelo sangue grená.
Martela, martela.
Só me apresento no aperto,
dói sempre que eu lembro,
ou quando sufoca.
Martela, martela.
Ainda, não estou a ponto
de saber, o quê e para quê
A resposta, nem chega perto das perguntas.
Martela, martela.
Eu passo o tempo todo
inculcando e te devorando
com medo e desejo
que as amarras se livrem,
Martela, martela.
talvez tenha vindo impresso na mente,
cravado no coração,
correndo pelo sangue grená.
Martela, martela.
Só me apresento no aperto,
dói sempre que eu lembro,
ou quando sufoca.
Martela, martela.
Ainda, não estou a ponto
de saber, o quê e para quê
A resposta, nem chega perto das perguntas.
Martela, martela.
Eu passo o tempo todo
inculcando e te devorando
com medo e desejo
que as amarras se livrem,
Martela, martela.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Para Francisco.
Francisco foi torturado por policiais e morreu 7 dias após a tortura, não foi noticia de jornal, de televisão, sequer sua vida teve repercussão, no máximo desejo aqui seu tempo, sua ausência, sua dor.
Não se tem a data do seu nascimento.
Nem do seu batismo, a miúde
Há a data da sua morte
Numa partida desalmada
De dor e sofrimento, pré, pós,
Durante um fato revelado
Não há manchete no jornal
Nem nebuloso dia,
A vida prossegue
No urro do adeus fica
A espera; não da vida,
Mas da morte, um meio,
Mitigado, que não fora sua escolha.
Pautado pela insignificância
E ausência de importância
Só nos resta dizer.
Que toquem os sinos,
Descansa Francisco.
Não se tem a data do seu nascimento.
Nem do seu batismo, a miúde
Há a data da sua morte
Numa partida desalmada
De dor e sofrimento, pré, pós,
Durante um fato revelado
Não há manchete no jornal
Nem nebuloso dia,
A vida prossegue
No urro do adeus fica
A espera; não da vida,
Mas da morte, um meio,
Mitigado, que não fora sua escolha.
Pautado pela insignificância
E ausência de importância
Só nos resta dizer.
Que toquem os sinos,
Descansa Francisco.
Segue-se uma trilha que não está fixada
Em lugar algum, sequer no fato de existir.
De saber seu nome e todos os deveres que
Te pedem ou que você reproduz como cidadão.
Deram-te um cartilha
Hipócrita e moral
Que deve ser lembrada e retomada
Com o imperativo da passividades e o floreio
Da ganância e da razão.
Não sigas a risca,
O que te faz animal, siga os bons modos
Pois assim se mantém
O homem, o branco, a verdade
E se resguarda
Ao tolo, a ela e a nós
A impaciência de ter
Paciência num repasse ruminante de ideias
Vagas do que se pode ser
Um dia como gente
Mas que hoje e nunca será a negativa.
Em lugar algum, sequer no fato de existir.
De saber seu nome e todos os deveres que
Te pedem ou que você reproduz como cidadão.
Deram-te um cartilha
Hipócrita e moral
Que deve ser lembrada e retomada
Com o imperativo da passividades e o floreio
Da ganância e da razão.
Não sigas a risca,
O que te faz animal, siga os bons modos
Pois assim se mantém
O homem, o branco, a verdade
E se resguarda
Ao tolo, a ela e a nós
A impaciência de ter
Paciência num repasse ruminante de ideias
Vagas do que se pode ser
Um dia como gente
Mas que hoje e nunca será a negativa.
Uma gota de chuva,
Molha a Terra
Ensopa minhas mechas
Faceira corre por esses desvalidos
Se entrega ao seu fim e seu início
Percorre no corpo
Toda a sinuosidade
E no passo falado
Dá seu tempo
De vida banhada
Que dissipa a escuridão
Ou dela se aproveita,
Para seu trajeto prosseguir
Se renova com o fim
Renasce e nasce
Como se sempre fosse assim.
Molha a Terra
Ensopa minhas mechas
Faceira corre por esses desvalidos
Se entrega ao seu fim e seu início
Percorre no corpo
Toda a sinuosidade
E no passo falado
Dá seu tempo
De vida banhada
Que dissipa a escuridão
Ou dela se aproveita,
Para seu trajeto prosseguir
Se renova com o fim
Renasce e nasce
Como se sempre fosse assim.
sábado, 22 de outubro de 2011
O nó.
Desfiz o nó desse dia.
Uma brisa que trouxe
um dia, a certeza
hoje leva consigo a indiferença.
Nessa terra,
dos mancos e tacanhos senhores
de que nada sabem,
a não ser firmar
a ideia de que se
deve ter uma verdade a dizer
Que não há intervá-los
entre a dor e a alegria
que minha angústia
é um ter irreparável
que a certeza que carrego
é a beleza da juventude
e a pobreza desse tempo
que sufoca com o nó
o laço que envolta do pescoço
dá o adeus a essa miséria
de medo e espera.
Uma brisa que trouxe
um dia, a certeza
hoje leva consigo a indiferença.
Nessa terra,
dos mancos e tacanhos senhores
de que nada sabem,
a não ser firmar
a ideia de que se
deve ter uma verdade a dizer
Que não há intervá-los
entre a dor e a alegria
que minha angústia
é um ter irreparável
que a certeza que carrego
é a beleza da juventude
e a pobreza desse tempo
que sufoca com o nó
o laço que envolta do pescoço
dá o adeus a essa miséria
de medo e espera.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
03- O livro favorito da infância.

" Pois é está tudo errado!Bola é bola, porque é redonda. Mas bolo nem sempre é redondo.E por que será que bola não é mulher do bolo?E bule?E belo?E bala?Eu acho que as coisas deviam ter um nome mais apropriado.Cadeira por exemplo.Devia chamar sentador.Não cadeira, que não quer dizer nada.E travesseiro?Devia se chamar cabeceeiro!Lógico!Também, agora eu só vou falar assim"...
Isso é apenas um trecho de um livro que me marcou a infância, assim como: Os contos dos irmãos Grimm, as Mil e uma noites, gibis, as histórias de João e Maria, Chapeuzinho vermelho....
Marcelo, Marmelo, Martelo, esse menino sagaz, que constrói no seu mundo perguntas que vejam só; embaraçam os adultos. Que renomeia a vida e adapta as palavras para sua visão de mundo.
Esse livro na verdade, foi dado de presente à minha irmã, depois eu o li e gostei bastante, na época; hoje eu gosto ainda mais, por ser uma coisa tão própria do universo infantil que é perguntar os porquês das coisas; coisa que a gente se esquece de fazer quando cresce, o porquê de tanta coisa na vida!?
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Enquanto amar e se isso durar, caminharemos os dois, com descompasso social, no mundo fechado das esperanças, da ansiedade, dos sabores que um dia serão esquecidos.Nesse dia, nossas vidas se partirão e se deflagarão como se eu pudesse escolher, ou fugir de você.Se você não tivesse me cantado e com um verso aformoseado ao meu corpo, a minha pele, a minha dança, num lapso de olhares eu já teria lhe deixado.Enquanto amar, sequer pode se deixar, não sossega jamais coração que ouve um verso inacabado.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Oi Vida, vou te levar a sério menos vezes que devia, vou te amar mais do que, as vezes, gostaria; queria ser felina e com sete viver tudo aquilo que me aprouvesse, sentirei um dia saudades desse momento, mas ai talvez seja tarde. Vida sua ingrata, só queria poder fazer valer a pena aquilo que só você sabe o que eu sinto aqui.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
2- Um livro de que você não gosta.

Se existe um livro que me desapontou foi esse do Robert Musil, eu tenho uma tendência, quase uma obsessão na verdade por anotar em vários papeis, quais livros vou ler, que preciso ler, enfim, quantas letras, histórias, aventuras, alegrias, me serão concedidas por livros ao longo da vida. Porém, o nosso Robert Musil, me deixou na verdade com uma sensação de que "acabe logo essa joça". O enredo em si é até interessante, contando a passagem de um jovem aluno, num ótimo colégio, do qual entra numa trama de sevicias psicológicas, morais, fisicas da qual não é objeto, mas participa de longe a principio; e ao longo do livro se envereda numa relação estranha entre dois colegas seus e um terceiro, que é o objeto da manipulação dos dois primeiros, costurado por análises filosóficas, metafísicas e breve experiências pederastas dos quatro rapazes...Soa interessante??Soa apenas, porque no fundo eu não gostei, ainda mais é escrito de uma forma meio autobiográfica, que particularmente não é meu gênero literário predileto...Não desisti do Robert Musil, seu romance O homem sem qualidades é um calhamaço monstro e da mesma forma reputado como um monstro de inspiração, experimentação, construção, um grande romance em suma, que espero algum dia ler, no entanto o Jovem Törless me permita que eu me despeça de você, desde já, porque relê-lo eu não o farei.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
1- O livro mais querido de todos os tempos.

Bem, vou me arriscar...Certamente, este é apenas um dos tantos livros que admiro e amo, mas como hoje só posso escolher um, vou desse do Érico Verissimo, que a propósito é um dos meus autores prediletos...
O livro em si não tem uma história complexa é até simples, mas a proposta do Érico de renúncia, desapego e amor é que me encantam nesse livro.A tentativa de se adequar a sociedade, se enquadrar na proposta de felicidade vendia pelos outros como certa é ao longo do livro, a todo custo buscada por Eugênio, que dão a impressão de ser um coitado e um cretino ao mesmo tempo.
Já a Olívia, a grande, e distante até da nossa realidade, que enxerga com otimismo e crê no homem, crê no altruísmo, crê naquilo que o Eugênio não vê.O Érico sempre nos seus livros dá as mulheres grandes papéis, heroinas tenazes, mulheres de fibra, Olivia é mais uma delas.
Eu amo esse livro, não há muito que eu disserte sobre ele que justifique, não sou religiosa, mas esse altruismo da Olivia é eivado da concepção cristã de doação e abnegação, não acho que seja ruim por isso ou seja bom em razão disso. Creio na verdade que é bom porque apesar de aparentar ser impossivel, são das pequenas coisas que Olivia passa, nos ensina é que nos faz crer na vida.
"Olha as estrelas. Enquanto elas brilharem haverá esperança na vida. "
Blogagem Coletiva pela descriminalização e legalização do aborto.

Quero dizer, antes de qualquer coisa, que a intenção desse post é aventar para aqueles que me leem, ou que eventualmente apareçam por aqui, sobre um assunto tão importante e tão pouco debatido, haja vista, o conflito entre diversos setores políticos, sociais, culturais.
Não vão tomar muito tempo discorrendo sobre o tema, afinal, não sou estudiosa ou conhecedora a fundo do tema, o que me faz apenas manifestar a respeito da descriminalização e legalização do aborto, não é o fato de ser mulher, feminista, amiga, ser pensante, apenas.
Aquilo que me faz, querer abordar esse tema vai muito além do foro intimo e moral, que muitas vezes é utilizado para justificar a não legalização do aborto, com afirmações do gênero: " estaremos permitindo o homicidio de fetos", "existem meios de evitar um gravidez", "Isso é pecado"...
A questão em si é que não podemos fechar os olhos para uma realidade cruel para as mulheres que optam por fazer o aborto clandestino, sim é dessa que falamos, afinal a opção de abortar seja ela de forma clandestina como é o caso do Brasil, ou de forma legal, como na Suiça continua sendo ainda, da mulher, ou seja, descriminalizando ou não a opção por fazê-lo é da mulher.A questão é que preferimos não ver, a ter que ver, a escolha aberta de uma mulher que opta por fazer o aborto.Nesse caso ainda, percebam que a escolha moral é que ao final vai fazer com que uma mulher escolha vai abortar ou não.
Dentro desse contexto, não podemos deixar que mulheres morram, por causa de procedimentos pouco confiáveis, ou que carreguem sequelas por causa desses mesmos procedimentos, não podemos deixar que se perpetue a morte de mulheres por causa de tais procedimentos.Não faço apologia por abortar, faço apologia para que as mulheres possam com segurança escolher se desejam ter um filho ou não, faço apologia, para que as crianças que nasçam tenham uma familia, com condições, financeiras, psicológicas, sociais, para dar-lhes uma vida digna, faço apologia para que haja vida digna para as mulheres que abortem ou não, e sim, isso é apologia pela vida.
Criminalizar e marginalizar entregando a própria sorte as mulheres que abortam é concordar com a morte, abandono, enfim é fechar para os olhos daquilo que não se pode evitar: A dor.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
30 livros.
Bem, está rolando essa pequena maratona de 30 livros para 30 dias, cada um especifico a algo que tenha despertado nesta leitora, não li tantos livros assim, mas olho para as listas dos blogs que leio e me deu uma vontade de mesmo, não ter lido tantos livros assim; fazer parte do desafio.
Mesmo sem tempo vou tentar dar conta do desafio, não poderei postar todos os dias...Mas vamos a ele:
Dia 01 — O livro mais querido de todos os tempos
Dia 02 — Um livro de que você não gosta
Dia 03 — O livro favorito da sua infância
Dia 04 — O primeiro livro que lhe fez chorar
Dia 05 — Um livro que lhe faz sorrir
Dia 06 — Um livro do seu autor favorito
Dia 07 — Um livro que você odiou mas teve que ler para a escola
Dia 08 — O livro mais assustador que você já leu
Dia 09 — O livro mais triste que você já leu
Dia 10 — O clássico favorito
Dia 11 — O livro favorito com animais
Dia 12 — O livro favorito de ficção científica
Dia 13 — Um livro que te faz lembrar de alguma coisa, um dia
Dia 14 — Um livro que te faz lembrar de alguém
Dia 15 — O livro favorito dos feriados e folgas
Dia 16 — O livro favorito que virou filme
Dia 17 — Um livro que é um prazer culpado
Dia 18 — Um livro que ninguém esperaria que você gostasse
Dia 19 — O livro de não ficção favorito
Dia 20 — O último livro que você leu
Dia 21 — O melhor livro que você leu este ano
Dia 22 — Livro favorito você teve que ler para a escola
Dia 23 — O livro que você leu mais vezes durante toda a vida
Dia 24 — Sua série de livros favorita
Dia 25 — Um livro que você odiava mas agora ama
Dia 26 — Um livro que lhe faz adormecer
Dia 27 — A história de amor favorita
Dia 28 — Um livro que você pode citar de cor
Dia 29 — Um livro que alguém leu pra você
Dia 30 — Um livro você ainda não leu mas quer ler.
Tô indo, vamos ver no que dá!
ps: Assim como não há nada de definitivo na vida, certamente alguns livros me deixarão com um pequenino sofrimento, sorte que a cada tempo as coisas mudam, essa mudança esse movimento é que faz essa lista não ser eterna, mas querida.
Mesmo sem tempo vou tentar dar conta do desafio, não poderei postar todos os dias...Mas vamos a ele:
Dia 01 — O livro mais querido de todos os tempos
Dia 02 — Um livro de que você não gosta
Dia 03 — O livro favorito da sua infância
Dia 04 — O primeiro livro que lhe fez chorar
Dia 05 — Um livro que lhe faz sorrir
Dia 06 — Um livro do seu autor favorito
Dia 07 — Um livro que você odiou mas teve que ler para a escola
Dia 08 — O livro mais assustador que você já leu
Dia 09 — O livro mais triste que você já leu
Dia 10 — O clássico favorito
Dia 11 — O livro favorito com animais
Dia 12 — O livro favorito de ficção científica
Dia 13 — Um livro que te faz lembrar de alguma coisa, um dia
Dia 14 — Um livro que te faz lembrar de alguém
Dia 15 — O livro favorito dos feriados e folgas
Dia 16 — O livro favorito que virou filme
Dia 17 — Um livro que é um prazer culpado
Dia 18 — Um livro que ninguém esperaria que você gostasse
Dia 19 — O livro de não ficção favorito
Dia 20 — O último livro que você leu
Dia 21 — O melhor livro que você leu este ano
Dia 22 — Livro favorito você teve que ler para a escola
Dia 23 — O livro que você leu mais vezes durante toda a vida
Dia 24 — Sua série de livros favorita
Dia 25 — Um livro que você odiava mas agora ama
Dia 26 — Um livro que lhe faz adormecer
Dia 27 — A história de amor favorita
Dia 28 — Um livro que você pode citar de cor
Dia 29 — Um livro que alguém leu pra você
Dia 30 — Um livro você ainda não leu mas quer ler.
Tô indo, vamos ver no que dá!
ps: Assim como não há nada de definitivo na vida, certamente alguns livros me deixarão com um pequenino sofrimento, sorte que a cada tempo as coisas mudam, essa mudança esse movimento é que faz essa lista não ser eterna, mas querida.
sábado, 17 de setembro de 2011
De acordo com o mundo.
Precisarei partir
sem deixar bagagens
sequer lembranças
começar no fim
e no fim acabar.
Não haverá mais um só lamento
sequer desejo.
finda esta parte
me toca a dor
de não saber;
que hoje,
a vida já é tarde
Como o medo se
possui
dou-te esse verso
para que rumine
e sobreviva
a natureza de pensar
de sentir e gozar
que já pode ser tarde
ser finito
e disso não tenho medo.
Medo; há de deixar
que haja o teu adeus.
Precisarei partir
sem deixar bagagens
sequer lembranças
começar no fim
e no fim acabar.
Não haverá mais um só lamento
sequer desejo.
finda esta parte
me toca a dor
de não saber;
que hoje,
a vida já é tarde
Como o medo se
possui
dou-te esse verso
para que rumine
e sobreviva
a natureza de pensar
de sentir e gozar
que já pode ser tarde
ser finito
e disso não tenho medo.
Medo; há de deixar
que haja o teu adeus.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
O ciume é uma brasa.
Parece que não dará em nada.
Devagar e torturante.
Assim se parecem.
Alimentado pelo desejo.
pelo devaneio.
Te consome e cozinha
lentamente, trucidando de cada parte
e aos poucos dosando
O seu desamor.
A tua posse te corrompe
e transborda no seu objeto.
Que um dia foi amado.
O ciume é uma dor pública.
Um dever compartlhado.
Se é estranho ter essa brasa
e se deixar consumir.
se acabar,se perder.
e de fato possuir o
que lhe pertence privaivamente.
Não o fogo da paixão e do amor,
mas a loucura.
Parece que não dará em nada.
Devagar e torturante.
Assim se parecem.
Alimentado pelo desejo.
pelo devaneio.
Te consome e cozinha
lentamente, trucidando de cada parte
e aos poucos dosando
O seu desamor.
A tua posse te corrompe
e transborda no seu objeto.
Que um dia foi amado.
O ciume é uma dor pública.
Um dever compartlhado.
Se é estranho ter essa brasa
e se deixar consumir.
se acabar,se perder.
e de fato possuir o
que lhe pertence privaivamente.
Não o fogo da paixão e do amor,
mas a loucura.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Eu não te conhecia.
Não te conhecia, ouvia sobre você, sempre arredia quanto ao que pensar sobre você, quando lhe visse.Ou, se já o houvesse visto e não sabia.Quem sabe nesse tempo, eu formataria teu rosto, tuas marcas, teus saberes, seus sulcos pelo tempo.
Quem sabe eu nem te encontrasse; só é certo, que te imaginava sem saber o porque.
Nossa mente cria ficções para nos livrar da própria vida,cria obras primas para continuar amando o perfume das flores, o vento que nos arrepia e continuar a nos obrigar a nos auto-abraçar.
Não foi longa a espera, porque, que são anos na vida, que são dias um segundo de inspiração e expiração pela espera daquilo que não se vê, não se presume, não se toma para si.
Eu esperei com isso justificar e descrever o tempo, a ausência, a esperança famélica que habita em mim, na espera de que um dia, nosso encontro, seja de fato, como uma tempestade em nossas vidas.
Quem sabe eu nem te encontrasse; só é certo, que te imaginava sem saber o porque.
Nossa mente cria ficções para nos livrar da própria vida,cria obras primas para continuar amando o perfume das flores, o vento que nos arrepia e continuar a nos obrigar a nos auto-abraçar.
Não foi longa a espera, porque, que são anos na vida, que são dias um segundo de inspiração e expiração pela espera daquilo que não se vê, não se presume, não se toma para si.
Eu esperei com isso justificar e descrever o tempo, a ausência, a esperança famélica que habita em mim, na espera de que um dia, nosso encontro, seja de fato, como uma tempestade em nossas vidas.
Preciso tirar essa opressão do peito.
Em paz, tomar as rédeas da minha vida.
Descansar do tempo ou da falta deste.
Um suspiro, um afago, não há outra chance.
Espero ter tempo, ter o que desejo.
Ou não ter nenhum dos dois, e assim
saber viver.
Desejo não continuar, não recomeçar.
Deixar me surpreender.Ver a magia.
A beleza desse momento.
Sem me comprometer com o que me pedem.
Que me mandam, comprometer com o tempo.
Que sejam bem aventurados.
Os que leem, que amam, que perdoam, que ouvem.
Mas ainda mais os que toleram, os que abraçam.
Os que resistem a fraqueza do viver.
A todos não resta muito o que fazer.
Apenas acreditar que essa opressão irá acabar.
Que haverá todo tempo que houver.
Me deem a razão para que eu dê o amor.
Me deem aquilo que peço para guardar comigo.
Não deem nada e tudo aquilo que posso.
Que sejam credulos os que vivem.
Em paz, tomar as rédeas da minha vida.
Descansar do tempo ou da falta deste.
Um suspiro, um afago, não há outra chance.
Espero ter tempo, ter o que desejo.
Ou não ter nenhum dos dois, e assim
saber viver.
Desejo não continuar, não recomeçar.
Deixar me surpreender.Ver a magia.
A beleza desse momento.
Sem me comprometer com o que me pedem.
Que me mandam, comprometer com o tempo.
Que sejam bem aventurados.
Os que leem, que amam, que perdoam, que ouvem.
Mas ainda mais os que toleram, os que abraçam.
Os que resistem a fraqueza do viver.
A todos não resta muito o que fazer.
Apenas acreditar que essa opressão irá acabar.
Que haverá todo tempo que houver.
Me deem a razão para que eu dê o amor.
Me deem aquilo que peço para guardar comigo.
Não deem nada e tudo aquilo que posso.
Que sejam credulos os que vivem.
sábado, 30 de julho de 2011
Verbo, ah, o verbo.
Eu tenho fascinio por verbos.
Desses que por si só se apresentam.
Daqueles que o sujeito é mero espectador.
Não posso deixar de dizer,
Que os defectivos são debochados,
que não se dobram quando não querem
Que deixam loucos os sujeitos.
Afinal, que podem ser os sujeitos
se não houverem os verbos.
Os verbos regulares, estes sempre pontuais
Chegam a ser maquinais, voam, dançam,
se escondem, se escrevem e inserem.
Quando se dá conta.
uma histtória já foi dita,
outra estória repassada,
um conto podado, um sonho retratado.
Nessa bagunça toda.
O verbo, ah, o verbo,
esse moleque, essa mulher, esse senil,
que desde que é mundo existe.
Ah, o verbo.
Nem mesmo eu sei dizer.
Desses que por si só se apresentam.
Daqueles que o sujeito é mero espectador.
Não posso deixar de dizer,
Que os defectivos são debochados,
que não se dobram quando não querem
Que deixam loucos os sujeitos.
Afinal, que podem ser os sujeitos
se não houverem os verbos.
Os verbos regulares, estes sempre pontuais
Chegam a ser maquinais, voam, dançam,
se escondem, se escrevem e inserem.
Quando se dá conta.
uma histtória já foi dita,
outra estória repassada,
um conto podado, um sonho retratado.
Nessa bagunça toda.
O verbo, ah, o verbo,
esse moleque, essa mulher, esse senil,
que desde que é mundo existe.
Ah, o verbo.
Nem mesmo eu sei dizer.
domingo, 24 de julho de 2011
Dois camaradas.
Conversavam como dois camaradas que a pouco descobriram que eram jovens.O mais velho desgostava de tudo.Da atual juventude, da ausência de luta, da apatia juvenil, de como todo mundo hoje em dia era "alienado".O mais novo, acalentava-o dizendo, que por eles, talvez, hoje todos pudessem ser o que quisessem.Uma liberdade virtual, mas quem sabe?O mundo sempre fora louco; não?Os dois relembravam-se dos tempos dificeis de luta estudantil, da felicidade perseguida, da vida na continua correria, no subsolo do mundo que se conformava, era assim.Lembravam-se e nostálgicos se abraçaram, despediram-se brevemente, como sempre, nos mais de 40 anos de amizade.O mais velho pegara um táxi, o mais novo um ônibus, o mais velho em casa chegara, o mais novo continuara acreditando que a liberdade, talvez, não seja como esperava, mas estava ai, com a mão no peito, um enfarte lhe tirou a esperança de uma liberdade diferente.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Não sabia.
Não sabia, não sabia, quando deixou de amá-lo.Na sua cabeça, aquilo deveria ser um amor eterno, haviam dito aos seus amigos e familias que era assim que pensavam, que se trata de amor, aquela festa, o branco, o brinde, o anel, a formalidade, aquilo era firmar e confirmar, de que amor ambos falavam.Mas agora, agora já não sabia.Onde?Quando?Como?Aquilo havia acontecido.Sua razão assim dizia que há pouco tempo, suas emoções sequer lhe permitiam desdizer a razão.Não sabia o que fazer...Romper, dizer adeus, afastar-se, já não sabia, afinal, quem podia pensar que aquilo aconteceria.Não, ela não sabia.Era tudo tão confuso, que nem sabia como lhe diria, e se lhe diria em breve...Ela não sabia.Marina fechou o livro e foi jantar, não gostara muito daquela mulher que não sabia...
terça-feira, 5 de julho de 2011
Ele doente, ela doente.
Ela se mexia, se revirava todas as noites, aguardava por ele.Ansiava se livrar por esse tipo de tormento; já havia feito todo tipo de promessa.Agonizava e implorava a quem ouvisse que isso logo acabasse.
Ele por sua vez chegava sempre do mesmo jeito,lá pelas tantas, acabado, outro, fatigado, consumido pelo alcool, desconexo, vergonhoso, desabido.
Ela sempre remoia o assunto, no dia seguinte e seguinte. E assim, passaram alguns anos, rugas avincaram em seu rosto, seu conformismo e impotência já havia se tornado imperiosos, não havia tido trégua alguma, naquele estilo de vida dele.Um dia porém, após uma desgraça, um acidente, uma quase morte, uma chance de se acabar de vez, ele resolvera que era hora de se tratar.Hora de estabelecer uma regra em sua vida.Ela mais que feliz, como um sonho juvenil se agarrara a essa felicidade.Livre de preocupações, de dissabores, a ausência da angústia, do remexer todas as noites, da espera, agora era ela que adoecera.
Ele por sua vez chegava sempre do mesmo jeito,lá pelas tantas, acabado, outro, fatigado, consumido pelo alcool, desconexo, vergonhoso, desabido.
Ela sempre remoia o assunto, no dia seguinte e seguinte. E assim, passaram alguns anos, rugas avincaram em seu rosto, seu conformismo e impotência já havia se tornado imperiosos, não havia tido trégua alguma, naquele estilo de vida dele.Um dia porém, após uma desgraça, um acidente, uma quase morte, uma chance de se acabar de vez, ele resolvera que era hora de se tratar.Hora de estabelecer uma regra em sua vida.Ela mais que feliz, como um sonho juvenil se agarrara a essa felicidade.Livre de preocupações, de dissabores, a ausência da angústia, do remexer todas as noites, da espera, agora era ela que adoecera.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Ausência.
Talvez, seja ausência de sabor.
São dos goles de água do mar
Dos quase afogamentos.
Dos grilhões de sal e areia
que não foram sorvidos.
Desesperador e sufocante
deixar que a maré me empurre
Me jogue sobre meus próprios fracassos.
É a ausência de sentido.
Ausência do que se sabe.
Este mar, mostra-se impossivel
e irreparável.
Já estou dentro, sem me comandar,
sem responder aos meus impulsos
meus desejos
Só a ausência
Oco corpo, verniz é a minha face.
São dos goles de água do mar
Dos quase afogamentos.
Dos grilhões de sal e areia
que não foram sorvidos.
Desesperador e sufocante
deixar que a maré me empurre
Me jogue sobre meus próprios fracassos.
É a ausência de sentido.
Ausência do que se sabe.
Este mar, mostra-se impossivel
e irreparável.
Já estou dentro, sem me comandar,
sem responder aos meus impulsos
meus desejos
Só a ausência
Oco corpo, verniz é a minha face.
domingo, 5 de junho de 2011
Um dia,
Você chegará a conclusão.
De que poucas coisas importam,
Mas ai,
Já não mais poderá tê-las.
Serão restos.
De algumas lembranças.
Um dia,
Você vai dizer a si mesmo.
O quão foi tolo.
Por se prender, a coisas materiais.
E perceber.
Que as boas coisas,
Nunca são perceptíveis aos nossos olhos.
São vistas como banais e triviais.
Ai será tarde.
Porque não vai tê-las mais.
Só na morte se entende.
Que só haja razão na morte.
Porque se entende a vida.
Você chegará a conclusão.
De que poucas coisas importam,
Mas ai,
Já não mais poderá tê-las.
Serão restos.
De algumas lembranças.
Um dia,
Você vai dizer a si mesmo.
O quão foi tolo.
Por se prender, a coisas materiais.
E perceber.
Que as boas coisas,
Nunca são perceptíveis aos nossos olhos.
São vistas como banais e triviais.
Ai será tarde.
Porque não vai tê-las mais.
Só na morte se entende.
Que só haja razão na morte.
Porque se entende a vida.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Eu quero uma concha.
Uma casca inquebrantável.
Eu quero que me levem a sério.
Não quero tom jocoso.
Nem de desprezo.
Não aceito, também,
A indiferença.
Afinal, estar aqui.
Me faz ouvir;quer dizer
Que quero me apresentar.
E dizer que.
Mesmo me protegendo.
Me mantenho resistente.
Na minha casca.
No meu mundo.
A insegurança não
Está no não.
Está pelo equivoco em tentar,
Me enquadrar numa
Coisa que soa
Um status burocrático.
Uma casca inquebrantável.
Eu quero que me levem a sério.
Não quero tom jocoso.
Nem de desprezo.
Não aceito, também,
A indiferença.
Afinal, estar aqui.
Me faz ouvir;quer dizer
Que quero me apresentar.
E dizer que.
Mesmo me protegendo.
Me mantenho resistente.
Na minha casca.
No meu mundo.
A insegurança não
Está no não.
Está pelo equivoco em tentar,
Me enquadrar numa
Coisa que soa
Um status burocrático.
sábado, 14 de maio de 2011
Nosso fosso e a corda.
Eu sempre estive na corda bamba com você.
Abaixo de nós, há apenas um fosso.
Uma queda pode ser irreparável,
Ou pode ser nossa salvação.
Mais que bamba, a corda.
São meus pensamentos e passos,
Tão comedidos às vezes,
E tantos outros afobados.
Irrefreável é a escolha.
Uma vez, sob o fosso, ou se aceita
Que deveremos caminhar adiante,
Ou estancar e esperar pelo cansaço
E medo para que se apossem, e então,
Fatalmente cair de cabeça.
Não sei qual a melhor decisão
Estou andando, devagar,
Com receio, e desejo.
Não é certo o resultado.
Porém estou firme
Acreditando na corda,
No fosso, em você.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O que arrebenta um coração?
Existem coisas que podem arrebentar um coração.
Você sabe do que falo.
Daquilo que rasga a razão.
Daquilo que se vai contra e se vai no mesmo passo.
Do desejo imediato mas que não pode ser mediato.
Arrebentei o meu.
Desde então,
Quando não mais pude evitar.
E assim por dizer,evitar você.
Eu quero arrebentar a cabeça.
E tomar o juizo.
Acertar e não mais me equivocar.
Ter você como certo; não mais errado.
Como um sonho alcançado.
Mas, um esboço de perfeita incompletude.
Pare que todos os dias
Eu não me canse de tentar te amar.
Você sabe do que falo.
Daquilo que rasga a razão.
Daquilo que se vai contra e se vai no mesmo passo.
Do desejo imediato mas que não pode ser mediato.
Arrebentei o meu.
Desde então,
Quando não mais pude evitar.
E assim por dizer,evitar você.
Eu quero arrebentar a cabeça.
E tomar o juizo.
Acertar e não mais me equivocar.
Ter você como certo; não mais errado.
Como um sonho alcançado.
Mas, um esboço de perfeita incompletude.
Pare que todos os dias
Eu não me canse de tentar te amar.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Sou um sujeito capaz de ter todas as sortes do mundo.
Sou uma pessoa, que pensa e vive conforme quer
Sou qualquer um no meio da solidão e alguém em
especifico na multidão.
Sou fruto do desejo de alguém
e portador dos meus númeors
Portador de uma indentidade só minha
Não que seja como sou, mas foi a que me deram
Possuo interesse nas coisas mais banais e triviais
mas sonho ininterruptamente com o brilho do mundo afora
Com um mundo de beleza e luxo,erigidos na escória
Sou mais que nada e menos que tudo
Sou doente e são, sou as vezes e sempre
Sou comum e exótico.
Eu ando todos os dias por ai
e você nem me vê.
Sou uma pessoa, que pensa e vive conforme quer
Sou qualquer um no meio da solidão e alguém em
especifico na multidão.
Sou fruto do desejo de alguém
e portador dos meus númeors
Portador de uma indentidade só minha
Não que seja como sou, mas foi a que me deram
Possuo interesse nas coisas mais banais e triviais
mas sonho ininterruptamente com o brilho do mundo afora
Com um mundo de beleza e luxo,erigidos na escória
Sou mais que nada e menos que tudo
Sou doente e são, sou as vezes e sempre
Sou comum e exótico.
Eu ando todos os dias por ai
e você nem me vê.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Sorte, não sorte?
Não é a sorte de estar livre.
Não é a sorte de estar só.
Não é a sorte de se viver.
Não é a sorte de estar.
Não é a sorte de amar.
É a sorte de pensar.
É a sorte de poder.
É a sorte de partilhar.
É a sorte da consciência.
É a sorte da escolha de
viver como se não fosse
só existir.
Não é a sorte de estar só.
Não é a sorte de se viver.
Não é a sorte de estar.
Não é a sorte de amar.
É a sorte de pensar.
É a sorte de poder.
É a sorte de partilhar.
É a sorte da consciência.
É a sorte da escolha de
viver como se não fosse
só existir.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Porque a vida é preciosa?
Se é intransigente e te usurpa a própria exitência?
Porque ela é inevitavelmente cruel
e Invariavelmente boa.
Uma dicotomia entre viver e morrer
Porque a vida é um pêndulo
que está sobre nossas cabeças.
Com o tempo a correr e se despedaçar em qualquer oportunidade
Um grão de areia, que pode voar para o infinito
e se juntar a um banco de grãos finitos
Porque ela pode ser uma dor que não passa, na sua ausência
e pode ser o supra sumo na sua presença
ou pode ser o inverso.
Porque a vida é mágica?
se é crua e dura, as vezes,
porque a vida é árida e escapista
se ela é na mesma proporção maleável
Se é preciso acreditar que haja vida
não se pode ignorar a morte, pois com a morte
a existência se torna um fosso de atos, fatos, palavras
que não foram feitas ou aceitas
Um dia todos nós passaremos pelo crivo de nossa vida
e com ela a certeza de que nada foi suficiente.
Se é intransigente e te usurpa a própria exitência?
Porque ela é inevitavelmente cruel
e Invariavelmente boa.
Uma dicotomia entre viver e morrer
Porque a vida é um pêndulo
que está sobre nossas cabeças.
Com o tempo a correr e se despedaçar em qualquer oportunidade
Um grão de areia, que pode voar para o infinito
e se juntar a um banco de grãos finitos
Porque ela pode ser uma dor que não passa, na sua ausência
e pode ser o supra sumo na sua presença
ou pode ser o inverso.
Porque a vida é mágica?
se é crua e dura, as vezes,
porque a vida é árida e escapista
se ela é na mesma proporção maleável
Se é preciso acreditar que haja vida
não se pode ignorar a morte, pois com a morte
a existência se torna um fosso de atos, fatos, palavras
que não foram feitas ou aceitas
Um dia todos nós passaremos pelo crivo de nossa vida
e com ela a certeza de que nada foi suficiente.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Ditadura dos esquecidos.
Há 47 anos a ditadura se instaurava,
Arrogava-se como solução de problemas
Bania e se esmerava em selecionar
quem tinha dignidade,
Um balde de pedras, e terra jogava em nossas cabeças
mutilava vidas,dissipava a chance de suspiros
Dava adeus pelo silêncio
um choro contido e eterno
Para queles que bateram a porta ao sair
e jamais puderam abrí-la para uma nova vida.
Para que não esqueça, vocês foram e sempre serão
heróis de uma geração que não sabem que vocês.Existiram.
Arrogava-se como solução de problemas
Bania e se esmerava em selecionar
quem tinha dignidade,
Um balde de pedras, e terra jogava em nossas cabeças
mutilava vidas,dissipava a chance de suspiros
Dava adeus pelo silêncio
um choro contido e eterno
Para queles que bateram a porta ao sair
e jamais puderam abrí-la para uma nova vida.
Para que não esqueça, vocês foram e sempre serão
heróis de uma geração que não sabem que vocês.Existiram.
segunda-feira, 28 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Como eu exatamente queria ser.
Como eu exatamente queria ser.
Forte como um carvalho,
inteligente e perspicaz
Como todas as raposas num deserto.
Como eu exatamente queria ser.
Uma daquelas propagandas de felicidade
ou aquelas que simplesmente fizessem menção
a minha importância,
Como eu exatemente queria ser
isenta de ódios e remédios, que aliviassem meu pesar
Como eu exatamente queria ser
É tão dificil e instável
que não saberia escrever!
Forte como um carvalho,
inteligente e perspicaz
Como todas as raposas num deserto.
Como eu exatamente queria ser.
Uma daquelas propagandas de felicidade
ou aquelas que simplesmente fizessem menção
a minha importância,
Como eu exatemente queria ser
isenta de ódios e remédios, que aliviassem meu pesar
Como eu exatamente queria ser
É tão dificil e instável
que não saberia escrever!
quarta-feira, 16 de março de 2011
Somos um punhado dos verbos que conhecemos
Uma infinidade de substantivos
Coisificam nossa condição.
E aos adjetivos nos arrogamos
Ou dizemos dos outros.
Somos os pronomes,
Que nos quantificam.
O tamanho, a existência, a importância.
Somos todas orações
E subordinações gramaticais
Somos a própria semântica
Somos o nome daquilo que somos
Que nos dão, nos emprestam,
Nos classificam
Nos limitamos por uma ordem
Daqueles que preferem a prosa ao verso
Mas de um amor
A letra, a fala, a palavra.
Uma infinidade de substantivos
Coisificam nossa condição.
E aos adjetivos nos arrogamos
Ou dizemos dos outros.
Somos os pronomes,
Que nos quantificam.
O tamanho, a existência, a importância.
Somos todas orações
E subordinações gramaticais
Somos a própria semântica
Somos o nome daquilo que somos
Que nos dão, nos emprestam,
Nos classificam
Nos limitamos por uma ordem
Daqueles que preferem a prosa ao verso
Mas de um amor
A letra, a fala, a palavra.
terça-feira, 8 de março de 2011
Feliz 8 de março!
Realmente,
a data enseja uma grande reflexão e um poema que o valha.
Mas ando sem inspiração suficiente para tal.
Apenas com amor, desejo as mulheres um presente, futuro e esperanças mais vivas!
Um beijo
A todas mulheres que fazem do hoje um futuro melhor de um passado!
a data enseja uma grande reflexão e um poema que o valha.
Mas ando sem inspiração suficiente para tal.
Apenas com amor, desejo as mulheres um presente, futuro e esperanças mais vivas!
Um beijo
A todas mulheres que fazem do hoje um futuro melhor de um passado!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Me olho no espelho
e admiro aquilo que me tornei
Olho e não reconheço uma qualidade
em especifico
Me olho e percebo
que cresci e deixei de lado
tudo que sonhava e não realizei
Olho e me espanto
com as marcas deixadas pelas experiências
pelos dissabores
pelas faltas em que se sente em crecer
Me olho e me toco
no que sinto, não no que vejo
na pele, nos vincos, nas respostas
Olho como o cego
que não vê mas se sente vendo
pelas mãos o que só meu corpo
sabe dizer.
e admiro aquilo que me tornei
Olho e não reconheço uma qualidade
em especifico
Me olho e percebo
que cresci e deixei de lado
tudo que sonhava e não realizei
Olho e me espanto
com as marcas deixadas pelas experiências
pelos dissabores
pelas faltas em que se sente em crecer
Me olho e me toco
no que sinto, não no que vejo
na pele, nos vincos, nas respostas
Olho como o cego
que não vê mas se sente vendo
pelas mãos o que só meu corpo
sabe dizer.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Das suas coisas e de você.
Gosto de todas as coisas que você tem
De todos os talentos que possui
Das suas palavras que fluem
De você simplesmente.
Da sua ausência e distância
e de todos os verbos que expliquem isso
Da falta e da espera
De um tempo que almejo que passe
e se realize; e daquele que não passe
Do teu amor e do teu coração
Dos erros e desejos
Daquilo que posso ver e sentir
E também, daquilo que não sei o porquê.
De todos os talentos que possui
Das suas palavras que fluem
De você simplesmente.
Da sua ausência e distância
e de todos os verbos que expliquem isso
Da falta e da espera
De um tempo que almejo que passe
e se realize; e daquele que não passe
Do teu amor e do teu coração
Dos erros e desejos
Daquilo que posso ver e sentir
E também, daquilo que não sei o porquê.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Desejo.
Crave os dentes no seu desejo
Com voracidade
descubra os imperativos
deste sufocante desconhecido.
Não se isente de
cautelosamente esquecer
as ponderações e esgarçar
com toda força o
teu corpo preparado
para o gozo futuro.
Agarrarás em nome do
racional e divagará
sobre o irracional
O imaterial se consubstanciará
E dará a ti
o melhor de si.
Com voracidade
descubra os imperativos
deste sufocante desconhecido.
Não se isente de
cautelosamente esquecer
as ponderações e esgarçar
com toda força o
teu corpo preparado
para o gozo futuro.
Agarrarás em nome do
racional e divagará
sobre o irracional
O imaterial se consubstanciará
E dará a ti
o melhor de si.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Pó?
Do pó nascestes?
E ao pó não voltarás
porque não há vida ou morte
que se justifique pelas metáforas
ou pelas transcrições metafisicas
Há apenas o sopro dos encontros
acertos e desacertos de tempo
desejos, emoções e fatalidades
Há apenas a motriz
dos elementos, das misturas
as nuanças de existência
e persistência
Não voltarás ao pó, porque isso
não é da natureza humana.
E ao pó não voltarás
porque não há vida ou morte
que se justifique pelas metáforas
ou pelas transcrições metafisicas
Há apenas o sopro dos encontros
acertos e desacertos de tempo
desejos, emoções e fatalidades
Há apenas a motriz
dos elementos, das misturas
as nuanças de existência
e persistência
Não voltarás ao pó, porque isso
não é da natureza humana.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Ela, ele, uma estória?
Ali estiveste tu,
Dizendo a ele, para não partir,
E ele, a você implorando para não dizer.
Declaraste a ele seu amor
E seus votos de eternidade.
Suprema felicidade num balançar dos corpos.
Ele a ouviu, assentiu,
Mas não preservou o que você viu,
As palavras o oprimiram,
Arrebatou-lhe o coração e a razão...
Não seria pedir ou desejar demais?
Não seria poder dar menos?
Ai, sobrou nós,
Eu vi só de longe,
Ou de perto?Como ouvinte?
Como pulso?
Como um estranho?
Não é a mera estória de alguém
Nem fruto de imaginação
É só mera repetição de um conto
Infeliz; de banca de jornal.
Dizendo a ele, para não partir,
E ele, a você implorando para não dizer.
Declaraste a ele seu amor
E seus votos de eternidade.
Suprema felicidade num balançar dos corpos.
Ele a ouviu, assentiu,
Mas não preservou o que você viu,
As palavras o oprimiram,
Arrebatou-lhe o coração e a razão...
Não seria pedir ou desejar demais?
Não seria poder dar menos?
Ai, sobrou nós,
Eu vi só de longe,
Ou de perto?Como ouvinte?
Como pulso?
Como um estranho?
Não é a mera estória de alguém
Nem fruto de imaginação
É só mera repetição de um conto
Infeliz; de banca de jornal.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Num caos do próprio coração
Eu, estou estraçalhada
Num redemoinho das próprias escolhas
Experiências incertas
Num caos com o próprio amor de si e
Para si, onde não há saída
Um afogar dos desejos
E desesperos nas palavras
Nas entrelinhas da própria razão
Cá estou a descrever
Um só e solene momento
Que está à espera dos que se repetirão
O descontinuo da própria vida
Uma espera pelo acerto
Ou pelo erro
Uma certeza de espera
E com ela as dores e amores que virão
Aguardando estou
Eu, estou estraçalhada
Num redemoinho das próprias escolhas
Experiências incertas
Num caos com o próprio amor de si e
Para si, onde não há saída
Um afogar dos desejos
E desesperos nas palavras
Nas entrelinhas da própria razão
Cá estou a descrever
Um só e solene momento
Que está à espera dos que se repetirão
O descontinuo da própria vida
Uma espera pelo acerto
Ou pelo erro
Uma certeza de espera
E com ela as dores e amores que virão
Aguardando estou
sábado, 8 de janeiro de 2011
Ilusão

O que procuramos?Passamos grande parte da vida em busca da ilusão, a concretude de desejos criados em nosso mais profundo intimo e que materialmente correpondam aquilo que buscamos.
Nossa insatisfação com o outro, nasce de nossas próprias apreensões sobre o que nos ensinam e nos pedem à buscar e esperar.Eternamente insatisfeitos e afeitos da opinião dos outros.
A crueza da própria condição humana nos diz repetidas e falsas vezes que a ilusão é a persecução do sucesso e da garantia da felicidade.Estamos envoltos da magia da criação da mente e a ilusão afaga as dores de saber que a perfeição é uma palavra posta no dicionário, para que nos convença de que ela existe.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Guardar e não dizer.
Agente vai tanto tempo guardando
coisas boas a se dizer.
Achando que é desnecessário
ou que haverá outra oportunidade
de se dizer
Por outras vezes;
agente passa o tempo todo
dizendo bobeiras, frases toscas e vazias
Compondo no tempo que sobra coisas que
necessariamente não fariam
muito sentido dizer.
coisas boas a se dizer.
Achando que é desnecessário
ou que haverá outra oportunidade
de se dizer
Por outras vezes;
agente passa o tempo todo
dizendo bobeiras, frases toscas e vazias
Compondo no tempo que sobra coisas que
necessariamente não fariam
muito sentido dizer.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Desesperança
Prefiro trocar a esperança.
Por todas as ações concretas.
Assim, como a neblina que se esvai
Assim é a vida e a dignidade, postas de lado.
A esperança é só um meio para amortecer
a própria natureza morta da fome, da
ilusão, tristeza, miséria, esquecimento.
Frígida e impiedosa.
Um conta gotas que não mata a sede
Uma bateria fraca num relógio
de um tempo que não passa.
Veja!Não quero tê-la, quero fazê-la.
Esperança não nos salvais!
Por todas as ações concretas.
Assim, como a neblina que se esvai
Assim é a vida e a dignidade, postas de lado.
A esperança é só um meio para amortecer
a própria natureza morta da fome, da
ilusão, tristeza, miséria, esquecimento.
Frígida e impiedosa.
Um conta gotas que não mata a sede
Uma bateria fraca num relógio
de um tempo que não passa.
Veja!Não quero tê-la, quero fazê-la.
Esperança não nos salvais!
Um bom ano!
Inicio este ano, com projetos para mim e para o mundo.Com expectativas para o novo e para o surreal, construindo, aos poucos o melhor de nossas esperanças e desvendando os mistérios de nossas ações e pensamentos.
Será um ano, dividido e mutilado com pouco tempo e grandes coisas, será conflituoso e também calmo.Desejo apenas estar eternamente grata pelo hoje e fazer dele o melhor possível!Paz e luz!
Será um ano, dividido e mutilado com pouco tempo e grandes coisas, será conflituoso e também calmo.Desejo apenas estar eternamente grata pelo hoje e fazer dele o melhor possível!Paz e luz!
Assinar:
Comentários (Atom)